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Título: O papel do conhecimento jurídico na prevenção e combate à violência obstétrica
Título(s) alternativo(s): The Role of Legal Knowledge in Preventing and Combating Obstetric Violence
Autor(es): VITOR, Agatha Honório
SILVA, Isabela Dias
ROMEIRO, Laila Eduarda Bueno
OLIVEIRA, Queren Sophia V. da Silva
Orientador(es): MAGALHÃES, Patrícia Campos
Tipo documental: Monografia
Palavras-chave: Violência obstétrica;Direitos da mulher;Parto;Proteção à maternidade;Serviços de saúde materna
Data do documento: 25-Nov-2025
Editor: 068
Referência Bibliográfica: VITOR, Agatha Honório; SILVA, Isabela Dias; ROMEIRO, Laila Eduarda Bueno; OLIVEIRA, Queren Sophia V. da Silva. O papel do conhecimento jurídico na prevenção e combate à violência obstétrica. 2025. 37 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Técnico em Serviços Jurídicos Integrado ao Ensino Médio) – Etec João Gomes de Araújo, Pindamonhangaba, 2025.
Resumo: A violência obstétrica configura-se como uma forma de violação dos direitos humanos e reprodutivos das mulheres durante a gestação, o parto e o puerpério, comprometendo sua dignidade, autonomia e integridade. Este trabalho, caracterizado como uma pesquisa bibliográfica com abordagem qualitativa e quantitativa, teve como objetivo geral analisar como o desconhecimento das legislações contribui para a perpetuação dessa violência nos serviços de saúde. O estudo investigou o conceito e as manifestações da violência obstétrica, a variação do número de casos e o nível de conhecimento jurídico das gestantes atendidas no município de Pindamonhangaba. A metodologia envolveu a análise de artigos acadêmicos, legislações pertinentes e dados coletados por meio de questionários aplicados às gestantes, além de entrevista com uma profissional da área da saúde. Os resultados demonstraram que a maioria das entrevistadas desconhece seus direitos durante o processo de gestação e parto, revelando uma lacuna preocupante na difusão de informações legais e na formação cidadã dessas mulheres. A pesquisa também apontou para a persistência de práticas desumanizantes no atendimento obstétrico, apesar da existência de protocolos e normativas que orientam o cuidado humanizado. Conclui-se que a violência obstétrica não é apenas um problema de conduta profissional, mas também um reflexo de desigualdades estruturais, que exigem ações articuladas entre o sistema de saúde, o poder público e a sociedade civil para garantir a efetivação dos direitos das mulheres. O fortalecimento das políticas públicas, a ampliação do acesso à informação e a responsabilização dos agentes envolvidos são caminhos fundamentais para o enfrentamento desse problema.
Descrição: Monografia apresentada como trabalho de conclusão de curso e requisito parcial para a obtenção do título de técnico em serviços jurídicos.
URI: https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/39588
Aparece nas coleções:Trabalhos de Conclusão de Curso



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