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dc.contributor.advisorMAGALHÃES, Patrícia Campos-
dc.contributor.authorVITOR, Agatha Honório-
dc.contributor.authorSILVA, Isabela Dias-
dc.contributor.authorROMEIRO, Laila Eduarda Bueno-
dc.contributor.authorOLIVEIRA, Queren Sophia V. da Silva-
dc.date.accessioned2025-12-12T13:49:28Z-
dc.date.available2025-12-12T13:49:28Z-
dc.date.issued2025-11-25-
dc.identifier.citationVITOR, Agatha Honório; SILVA, Isabela Dias; ROMEIRO, Laila Eduarda Bueno; OLIVEIRA, Queren Sophia V. da Silva. O papel do conhecimento jurídico na prevenção e combate à violência obstétrica. 2025. 37 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Técnico em Serviços Jurídicos Integrado ao Ensino Médio) – Etec João Gomes de Araújo, Pindamonhangaba, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/39588-
dc.descriptionMonografia apresentada como trabalho de conclusão de curso e requisito parcial para a obtenção do título de técnico em serviços jurídicos.pt_BR
dc.description.abstractA violência obstétrica configura-se como uma forma de violação dos direitos humanos e reprodutivos das mulheres durante a gestação, o parto e o puerpério, comprometendo sua dignidade, autonomia e integridade. Este trabalho, caracterizado como uma pesquisa bibliográfica com abordagem qualitativa e quantitativa, teve como objetivo geral analisar como o desconhecimento das legislações contribui para a perpetuação dessa violência nos serviços de saúde. O estudo investigou o conceito e as manifestações da violência obstétrica, a variação do número de casos e o nível de conhecimento jurídico das gestantes atendidas no município de Pindamonhangaba. A metodologia envolveu a análise de artigos acadêmicos, legislações pertinentes e dados coletados por meio de questionários aplicados às gestantes, além de entrevista com uma profissional da área da saúde. Os resultados demonstraram que a maioria das entrevistadas desconhece seus direitos durante o processo de gestação e parto, revelando uma lacuna preocupante na difusão de informações legais e na formação cidadã dessas mulheres. A pesquisa também apontou para a persistência de práticas desumanizantes no atendimento obstétrico, apesar da existência de protocolos e normativas que orientam o cuidado humanizado. Conclui-se que a violência obstétrica não é apenas um problema de conduta profissional, mas também um reflexo de desigualdades estruturais, que exigem ações articuladas entre o sistema de saúde, o poder público e a sociedade civil para garantir a efetivação dos direitos das mulheres. O fortalecimento das políticas públicas, a ampliação do acesso à informação e a responsabilização dos agentes envolvidos são caminhos fundamentais para o enfrentamento desse problema.pt_BR
dc.description.sponsorshipCurso Técnico em Serviços Jurídicospt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisher068pt_BR
dc.subjectViolência obstétricapt_BR
dc.subjectDireitos da mulherpt_BR
dc.subjectPartopt_BR
dc.subjectProteção à maternidadept_BR
dc.subjectServiços de saúde maternapt_BR
dc.subject.otherGestão e Negóciospt_BR
dc.titleO papel do conhecimento jurídico na prevenção e combate à violência obstétricapt_BR
dc.title.alternativeThe Role of Legal Knowledge in Preventing and Combating Obstetric Violencept_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dcterms.type-pt_BR
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