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Título: Transtorno do espectro autista e responsabilidade social na construção de oportunidades
Título(s) alternativo(s): Autism spectrum disorder and social responsibility in creating opportunities
Autor(es): OSÓRIO, Edilene Alves
ALVARENGA, Simone
OLIVEIRA, Viviane Alves de
CALLES, Cláudio
Orientador(es): SCARSIOTTA, Luciana Passos Marcondes
PLATERO, Luciana Gonçalves
Tipo documental: Artigo Científico
Palavras-chave: Transtorno do espectro autista;Inclusão social;Mercado de trabalho;Responsabilidade social
Data do documento: 25-Jun-2026
Editor: 002 – Fatec São Paulo (Bom Retiro – São Paulo)
Referência Bibliográfica: OSÓRIO, Edilene Alves; ALVARENGA, Simone; OLIVEIRA, Viviane Alves de; CALLES, Cláudio. Transtorno do espectro autista e responsabilidade social na construção de oportunidades , 2026. Trabalho de graduação (Curso Superior de Tecnologia em Gestão Empresarial - Graduação Tecnológica à Distância) - Faculdade de Tecnologia de São Paulo, São Paulo, 2026.
Resumo: O Transtorno do Espectro Autista (TEA) apresenta desafios relacionados à inclusão social, ao desenvolvimento da autonomia e à inserção no mercado de trabalho, exigindo ações que promovam oportunidades equitativas e participação social efetiva. Nesse contexto, o presente estudo teve como objetivo analisar os fatores que influenciam o desenvolvimento da autonomia, a preparação para a vida adulta e a inserção no mercado de trabalho de pessoas com TEA, a partir da percepção de familiares e de profissionais que atuam diretamente com esse público. A pesquisa caracterizou-se como aplicada, de abordagem qualitativa e quantitativa, com caráter descritivo. A coleta de dados foi realizada por meio de questionários estruturados aplicados a 42 familiares de pessoas com TEA e a 16 profissionais que atuam em atendimentos especializados. Os dados quantitativos foram analisados por meio de estatística descritiva e as respostas abertas por análise de conteúdo. Os resultados evidenciaram que o desenvolvimento da autonomia está associado ao estímulo de habilidades de comunicação, interação social, autorregulação emocional e cumprimento de rotinas. Contudo, persistem barreiras significativas para a inserção profissional, como preconceito, despreparo das organizações, insuficiência de oportunidades inclusivas e falta de programas estruturados de qualificação. Conclui-se que a inclusão profissional das pessoas com TEA depende de ações articuladas entre famílias, instituições, empresas e poder público, envolvendo capacitação, adaptação dos ambientes de trabalho, fortalecimento do suporte familiar e ampliação das oportunidades de desenvolvimento profissional. O estudo contribui para a reflexão sobre práticas inclusivas e para a construção de estratégias voltadas à promoção da autonomia e da empregabilidade de pessoas com TEA.
URI: https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/48689
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