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Título: Proibir é a solução?: uma análise dos impactos da proibição de celulares no ambiente escolar
Título(s) alternativo(s): Is banning the solution?: an analysis of the impacts of banning cell phones in the school environment.
Autor(es): NEVES, Anna Scarlet Lopes
ZANARDI, Cristiane Cecilia Touzo
BIANCONI, Fabiana
PERRI, Ida Eulália Medeiros
NASCIMENTO, Myrane Marques da Silva do
LOPES, Rayane Beatriz de Souza
Orientador(es): FRANÇA, Thiago Eduardo de
Outro(s) contribuidor(es): FRANÇA, Thiago Eduardo de
SCHIAVETTO, Lucele
MONTE, Karina dos Santos Barroso
Tipo documental: Artigo Científico
Palavras-chave: Telefone celular;Estudantes
Data do documento: 17-Nov-2025
Editor: 103
Referência Bibliográfica: NEVES, Anna Scarlet Lopes et al. Proibir é a solução? Uma análise dos impactos da proibição de celulares no ambiente escolar. Orientador: Prof. Thiago Eduardo de França. 2025. 15 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Curso Técnico em Enfermagem) - Escola Técnica Estadual Sylvio de Mattos Carvalho, Matão, São Paulo, 2025.
Resumo: A crescente presença de celulares nas escolas levou à criação da Lei nº 15.100/2025, que proíbe o uso de dispositivos eletrônicos pessoais durante aulas, recreios e intervalos, visando proteger a saúde e o bem-estar dos estudantes. Embora permita o uso pedagógico sob supervisão docente, a medida gera dúvidas sobre seus impactos no cotidiano escolar. Esta pesquisa quantitativa investigou as percepções de 110 alunos da Etec Sylvio de Mattos Carvalho (Matão/SP). Por meio de questionário eletrônico, foram coletados dados sobre disciplina, atenção, ansiedade, desempenho e socialização. A análise descritiva revelou que, apesar de 97,3% conhecerem a lei, 63,6% discordam da proibição. Mesmo assim, muitos reconhecem efeitos positivos: 51,8% perceberam melhora na disciplina e 48,2% na atenção. Apenas 26,4% associaram a medida à melhora das notas. Em relação ao aspecto emocional, a maioria relatou boa adaptação, embora 36,4% sintam ansiedade com frequência, mostrando o papel central do celular na rotina juvenil. A socialização presencial aumentou para 72,7% dos alunos, mas muitos desconhecem atividades recreativas da escola, indicando a necessidade de mais espaços de convivência. Embora 73,6% afirmem não usar o celular, há relatos de uso ocasional, sobretudo nos intervalos. Conclui-se que a proibição melhora comportamento, mas não influencia significativamente o desempenho acadêmico. Seus efeitos emocionais e sociais demandam ações complementares, como apoio institucional, práticas pedagógicas e orientações para o uso consciente da tecnologia, tornando a aplicação da lei mais efetiva e integrada ao contexto escolar atual. Palavras-chave: Proibição, impacto, percepções, estudantes, pesquisa, educação digital.
Descrição: -
URI: https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/42441
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