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dc.contributor.advisorFRANÇA, Thiago Eduardo de-
dc.contributor.authorNEVES, Anna Scarlet Lopes-
dc.contributor.authorZANARDI, Cristiane Cecilia Touzo-
dc.contributor.authorBIANCONI, Fabiana-
dc.contributor.authorPERRI, Ida Eulália Medeiros-
dc.contributor.authorNASCIMENTO, Myrane Marques da Silva do-
dc.contributor.authorLOPES, Rayane Beatriz de Souza-
dc.contributor.otherFRANÇA, Thiago Eduardo de-
dc.contributor.otherSCHIAVETTO, Lucele-
dc.contributor.otherMONTE, Karina dos Santos Barroso-
dc.date.accessioned2026-03-12T14:58:37Z-
dc.date.available2026-03-12T14:58:37Z-
dc.date.issued2025-11-17-
dc.identifier.citationNEVES, Anna Scarlet Lopes et al. Proibir é a solução? Uma análise dos impactos da proibição de celulares no ambiente escolar. Orientador: Prof. Thiago Eduardo de França. 2025. 15 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Curso Técnico em Enfermagem) - Escola Técnica Estadual Sylvio de Mattos Carvalho, Matão, São Paulo, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/42441-
dc.description-pt_BR
dc.description.abstractA crescente presença de celulares nas escolas levou à criação da Lei nº 15.100/2025, que proíbe o uso de dispositivos eletrônicos pessoais durante aulas, recreios e intervalos, visando proteger a saúde e o bem-estar dos estudantes. Embora permita o uso pedagógico sob supervisão docente, a medida gera dúvidas sobre seus impactos no cotidiano escolar. Esta pesquisa quantitativa investigou as percepções de 110 alunos da Etec Sylvio de Mattos Carvalho (Matão/SP). Por meio de questionário eletrônico, foram coletados dados sobre disciplina, atenção, ansiedade, desempenho e socialização. A análise descritiva revelou que, apesar de 97,3% conhecerem a lei, 63,6% discordam da proibição. Mesmo assim, muitos reconhecem efeitos positivos: 51,8% perceberam melhora na disciplina e 48,2% na atenção. Apenas 26,4% associaram a medida à melhora das notas. Em relação ao aspecto emocional, a maioria relatou boa adaptação, embora 36,4% sintam ansiedade com frequência, mostrando o papel central do celular na rotina juvenil. A socialização presencial aumentou para 72,7% dos alunos, mas muitos desconhecem atividades recreativas da escola, indicando a necessidade de mais espaços de convivência. Embora 73,6% afirmem não usar o celular, há relatos de uso ocasional, sobretudo nos intervalos. Conclui-se que a proibição melhora comportamento, mas não influencia significativamente o desempenho acadêmico. Seus efeitos emocionais e sociais demandam ações complementares, como apoio institucional, práticas pedagógicas e orientações para o uso consciente da tecnologia, tornando a aplicação da lei mais efetiva e integrada ao contexto escolar atual. Palavras-chave: Proibição, impacto, percepções, estudantes, pesquisa, educação digital.pt_BR
dc.description.sponsorshipCurso Técnico em Enfermagempt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisher103pt_BR
dc.subjectTelefone celularpt_BR
dc.subjectEstudantespt_BR
dc.subject.otherAmbiente e Saúdept_BR
dc.titleProibir é a solução?: uma análise dos impactos da proibição de celulares no ambiente escolarpt_BR
dc.title.alternativeIs banning the solution?: an analysis of the impacts of banning cell phones in the school environment.pt_BR
dc.typeArtigo Científicopt_BR
dcterms.type-pt_BR
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