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Título: Os impactos do home office na saúde mental: um estudo do recorte regional do Vale do Paraíba - SP
Autor(es): SILVA, Carlos Augusto Fernandes Delphino da
GOMES, Maria Eduarda de Paiva
PAULA, Yngrid Yasmin Baungarte de
Orientador(es): MONTEIRO, Hérculis Benedito Casagrande
Tipo documental: Artigo Científico
Palavras-chave: Teletrabalho;Saúde mental
Data do documento: 24-Jun-2025
Editor: 068
Referência Bibliográfica: SILVA, Carlos Augusto Fernandes Delphino da; GOMES, Maria Eduarda de Paiva; PAULA, Yngrid Yasmin Baungarte de. Os impactos do home office na saúde mental: um estudo do recorte regional do Vale do Paraíba - SP. 2025. 27 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Técnico em Administração) – Etec João Gomes de Araújo, Pindamonhangaba, 2025.
Resumo: O artigo analisa a concessão do Complexo Ferroviário da Estrada de Ferro Este estudo investigou os impactos do home office na saúde mental dos trabalhadores, com um recorte regional específico para o Vale do Paraíba - SP. A pandemia de COVID-19 impulsionou a adoção generalizada do trabalho remoto, tornando crucial compreender seus efeitos no bem-estar psicológico. O objetivo geral foi analisar esses impactos, identificando práticas organizacionais que promovam qualidade de trabalho e bem-estar no ambiente remoto. A metodologia empregou uma abordagem mista (quali-quanti) de natureza descritiva, utilizando dados primários (questionários online com 49 participantes da região, majoritariamente de Pindamonhangaba, com idade entre 18 e 25 anos) e secundários (revisão bibliográfica e documental). A pesquisa de campo buscou compreender diretamente as percepções dos trabalhadores. Os resultados indicaram que os sintomas emocionais mais comuns relatados foram estresse (44,9%), fadiga mental (36,7%) e isolamento/socialização reduzida (34,7%), além de ansiedade e produtividade excessiva com dificuldade de desconexão. Embora 34,7% não tenham observado sintomas, a maioria dos respondentes (55,1%) acredita que o impacto do home office na saúde mental "depende da situação", reforçando a natureza subjetiva e multifatorial desses efeitos. Cerca de 38,8% dos participantes não receberam nenhum suporte à saúde mental. A rotina foi parcial ou totalmente afetada para 53,1% dos participantes. Surpreendentemente, 42,9% consideraram mais fácil equilibrar vida pessoal e profissional no home office, enquanto 30,6% acharam mais difícil. O estudo ressalta a necessidade de estratégias mitigadoras, como suporte psicológico e políticas claras de desconexão, para promover um ambiente de trabalho remoto mais saudável e equilibrado.
Descrição: Artigo apresentado como trabalho de conclusão de curso apresentado e requisito parcial para a obtenção do título de técnico em administração.
URI: https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/37033
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