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dc.contributor.advisorFINGERMANN, Natalia Noschese-
dc.contributor.authorAIELLO, Bárbara dos Santos-
dc.contributor.authorSANTOS, Carolina Bartz-
dc.date.accessioned2026-01-20T16:42:42Z-
dc.date.available2026-01-20T16:42:42Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.citationAIELLO, Bárbara dos Santos; SANTOS, Carolina Bartz. Comdigi Brasil: política de inovação e inserção produtiva na economia criativa. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Negócios e Inovação) – Faculdade de Tecnologia Sebrae, São Paulo, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/40673-
dc.description.abstractEm 2024, o Brasil vivencia uma dicotomia: ao mesmo tempo em que alcança a maior taxa de empreendedorismo do último quadriênio, a economia criativa responde por apenas 3,5% do Produto Interno Bruto (PIB). Tal desempenho, contudo, encobre fragilidades estruturais severas. Subjaz aos indicadores positivos uma taxa de mortalidade empresarial de 60% nos três primeiros anos, assimetria esta agravada pela concentração de 80% dos recursos de fomento no eixo Sul-Sudeste. Outrossim, perpetuam-se barreiras de acesso ao crédito que penalizam, de forma desproporcional, empreendedores negros e aqueles situados em regiões periféricas. Sob essa ótica, depreende-se que o gargalo central não reside na oferta de inovação, mas na desarticulação sistêmica entre a criatividade e os mecanismos institucionais de demanda necessários para a transição efetiva do protótipo ao mercado comercial. Nesse sentido, o presente trabalho propõe a formulação de uma política pública de inovação orientada por missões: o Comdigi Brasil. O objetivo é instrumentalizar o poder de compra governamental como alavanca para estruturar a demanda, validar soluções em ambientes reais e promover a inserção produtiva equitativa. O percurso metodológico fundamenta-se no Marco Lógico, articulando a revisão de literatura sobre o Estado Empreendedor com a análise documental de dados oficiais, além do uso da Árvore de Problemas e Objetivos para o detalhamento de indicadores. A proposta preconiza um modelo de validação progressiva em três fases: prototipagem (aportes entre R$ 50 mil e R$ 100 mil para 2.000 projetos), pilotagem (R$ 500 mil para 500 soluções) e escalonamento (garantias de crédito e contratos públicos para 100 empresas). Estima-se um orçamento anual de R$ 900 milhões, num modelo híbrido que combina R$ 500 milhões de recursos públicos com R$ 400 milhões de alavancagem privada, estabelecendo travas de 30% para grupos prioritários e 50% para regiões fora do eixo Sul-Sudeste. Como resultados, projeta-se a formalização de 10 mil contratos (totalizando R$ 2 bilhões) e uma alavancagem de 1:2 entre capital público e privado, visando elevar a participação da economia criativa no PIB de 2,6% para o patamar de 4,0% em uma década.pt_BR
dc.description.abstractIn 2024, Brazil experiences a dichotomy: while achieving the highest entrepreneurship rate of the last quadrennium, the creative economy accounts for only 3.5% of the Gross Domestic Product (GDP). Such performance, however, conceals severe structural fragilities. Underlying these positive indicators is a business mortality rate of 60% within the first three years, an asymmetry aggravated by the concentration of 80% of funding resources in the South-Southeast axis. Furthermore, barriers to credit access persist, disproportionately penalizing Black entrepreneurs and those located in peripheral regions. In this light, it is inferred that the central bottleneck lies not in the supply of innovation, but in the systemic disarticulation between creativity and the institutional demand mechanisms necessary for the effective transition from prototype to the commercial market. Accordingly, the present work proposes the formulation of a mission-oriented innovation public policy: Comdigi Brasil. The objective is to instrumentalize government purchasing power as a lever to structure demand, validate solutions in real environments, and promote equitable productive inclusion. The methodological path is founded on the Logical Framework, articulating a literature review on the Entrepreneurial State with document analysis of official data, in addition to using the Problem and Objective Trees for the detailing of indicators. The proposal advocates a progressive validation model in three phases: prototyping (grants between R$ 50,000 and R$ 100,000 for 2,000 projects), piloting (R$ 500,000 for 500 solutions), and scaling (credit guarantees and public contracts for 100 companies). An annual budget of R$ 900 million is estimated, within a hybrid model combining R$ 500 million in public resources with R$ 400 million in private leverage, establishing quotas of 30% for priority groups and 50% for regions outside the South-Southeast axis. Results project the formalization of 10,000 contracts (totaling R$ 2 billion) and a 1:2 leverage between public and private capital, aiming to elevate the creative economy's participation in the GDP from 2.6% to the 4.0% threshold over a decade.pt_BR
dc.description.sponsorshipCurso Superior de Tecnologia em Gestão de Negócios e Inovaçãopt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisher272pt_BR
dc.subjectEconomiapt_BR
dc.subjectInovaçãopt_BR
dc.subjectEmpreendedorismopt_BR
dc.subject.otherGestão e Negóciospt_BR
dc.titleComdigi Brasil: política de inovação e inserção produtiva na economia criativapt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dcterms.type-pt_BR
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