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Título: Polióis como substitutos do açúcar
Título(s) alternativo(s): Polyols as sugar substitutes
Autor(es): SILVA, Daniele Cristina Pereira
SILVA, Graziela Barroso de Moura
Orientador(es): HARDER, Márcia Nalesso Costa
Tipo documental: Artigo científico
Palavras-chave: Açúcar;Dieta para diabéticos;Edulcorante
Data do documento: Jun-2021
Editor: 175
Referência Bibliográfica: SILVA, Daniele Cristina Pereira; SILVA, Graziela Barroso de Moura. Polióis como substitutos do açúcar. Trabalho de Graduação (Curso Superior em Tecnologia em Alimentos) – Faculdade de Tecnologia de Piracicaba "Deputado Roque Trevisan", Piracicaba, 2020.
Resumo: O aumento do consumo de alimentos rápidos e de alta densidade calórica vem crescendo consideravelmente ao longo dos últimos anos, principalmente alimentos ricos em açúcares e gorduras. Sabe-se que uma das consequências da ingestão de açúcar em excesso é o surgimento de doenças metabólicas, como a diabetes e a obesidade. Por isso muitas pessoas têm buscado diminuir o consumo de açúcar como forma de reduzir calorias, utilizando-se dos edulcorantes para substituí-lo, sem que haja perca do sabor doce dos alimentos. Existem edulcorantes naturais e artificiais, sendo que boa parte da população não tem o conhecimento necessário na hora de escolher o edulcorante mais indicado para sua necessidade. Muitos os utilizam de forma aleatória ou até mesmo sem recomendação de um profissional, desconhecendo os possíveis riscos que os edulcorantes, principalmente os artificiais, podem ocorrer à saúde, inclusive se consumidos por longo tempo. O objetivo deste trabalho foi realizar pesquisa bibliográfica a respeito dos edulcorantes utilizados pela indústria alimentícia, principalmente os que são permitidos para uso no Brasil. Ainda não há um consenso sobre a forma como os edulcorantes artificiais agem no organismo humano, de forma que até mesmo pessoas diabéticas e/ou obesas podem ser prejudiciais ao fazer uso de edulcorantes que, mesmo sendo de baixa caloria, podem causar efeitos contrários quando consumidos equivocadamente. De maneira geral, os edulcorantes são seguros e eficientes, alguns podem trazer distúrbios gastrointestinais e provocar efeito laxante como o sorbitol. Neste caso, o consumidor, diminui a quantidade de edulcorante, ou o substitui. De acordo com evidências científicas apresentadas nos artigos e considerando as abordagens a respeito dos edulcorantes nutritivos e dos não nutritivos, verifica-se que, se trouxesse prejuízo à saúde, não estaria liberado para o consumo, ainda assim, não se deve estimular o consumo indiscriminado de edulcorantes, devido à necessidade de sua utilização apenas por grupos específicos e em quantidades determinadas.
The increase in consumption of fast foods and high calorie density has grown considerably over the past few years, especially foods rich in sugars and fats. It is known that one of the consequences of ingesting excess sugar is the appearance of metabolic diseases, such as diabetes and obesity. That is why many people have tried to reduce sugar consumption as a way to reduce calories, using sweeteners to replace it, without losing the sweet taste of food. There are natural and artificial sweeteners, and a good part of the population does not have the necessary knowledge when choosing the most suitable sweetener for their needs, Many use them randomly or even without the recommendation of a professional, unaware of the possible risks that sweeteners, especially artificial ones, can occur to health, even if consumed for a long time. The objective of this work was to carry out bibliographic research about the sweeteners used by the food industry, mainly those that are allowed for use in Brazil. There is still no consensus on how artificial sweeteners act in the human body, so that even diabetic and/or obese people can be harmful when using sweeteners that, even though they are low-calorie, can cause adverse effects when consumed mistakenly. In general, sweeteners are safe and efficient, some can cause gastrointestinal disorders and cause a laxative effect such as sorbitol. In this case, the consumer either decreases the amount of sweetener, or replaces it. According to scientific evidence presented in the articles and considering the approaches regarding nutritional and non-nutritive sweeteners, it appears that if it brought harm to health, it would not be released for consumption, even so, indiscriminate consumption should not be encouraged of sweeteners, due to the need for their use only by specific groups and in determined quantities.
URI: https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/23400
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