Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/49483
Título: Workaholismo e saúde ocupacional: evidências empíricas em contextos organizacionais contemporâneos
Título(s) alternativo(s): Workaholism and occupational health: empirical evidence in contemporary organizational contexts
Autor(es): NUNES, Amanda
CAVICCHIOLI, Bianca
Orientador(es): MACEDO, Abner Santos
Tipo documental: Artigo Científico
Palavras-chave: Saúde ocupacional;Estresse profissional;Risco;Administração de recursos humanos
Data do documento: Jun-2026
Editor: 269
Referência Bibliográfica: Nunes, Amanda. Workaholismo e saúde ocupacional: evidências empíricas em contextos organizacionais contemporâneos, 2026. Trabalho de conclusão de curso (Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos) - Fatec São Carlos, São Carlos, 2026.
Resumo: O presente estudo analisa os fatores associados à compulsão por trabalho, também conhecido nos ambientes organizacionais brasileiros como workaholismo, e seus impactos na saúde ocupacional em profissionais inseridos em contextos organizacionais contemporâneos. Fundamenta-se em referenciais teóricos clássicos e atuais, como o modelo Demanda-Controle (Karasek), o modelo de Demandas e Recursos do Trabalho (Bakker e Demerouti), a psicodinâmica do trabalho (Dejours) e a teoria do burnout (Maslach). Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa de abordagem mista, de caráter exploratório e descritivo, realizada por meio de survey com aplicação de questionário estruturado em escala Likert. Os dados foram analisados por estatística descritiva e análise de conteúdo temática. Os resultados evidenciam níveis moderados a elevados de comportamentos associados ao workaholismo, com destaque para a dificuldade de desconexão do trabalho, extensão da jornada e percepção de sobrecarga. Observou-se ainda impacto na saúde física e mental, além de interferências na vida pessoal, embora parcialmente subestimadas pelos respondentes. A discussão aponta para um desequilíbrio entre demandas e recursos organizacionais, reforçando a necessidade de abordagens integradas para compreensão do fenômeno. Conclui-se que o workaholismo constitui um risco relevante à saúde ocupacional, demandando políticas organizacionais voltadas à promoção do bem-estar e à sustentabilidade do trabalho.
This study analyzes the factors associated with workaholism and its impacts on occupational health in professionals working in contemporary organizational contexts. It is based on classic and current theoretical frameworks, such as the Demand-Control model (Karasek), the Job Demands and Resources model (Bakker and Demerouti), the psychodynamics of work (Dejours), and burnout theory (Maslach). Methodologically, this is a mixed-methods study, exploratory and descriptive in nature, conducted through a survey using a structured questionnaire on a Likert scale. The data were analyzed using descriptive statistics and thematic content analysis. The results show moderate to high levels of behaviors associated with workaholism, highlighting the difficulty in disconnecting from work, extended working hours, and perception of overload. Impacts on physical and mental health were also observed, as well as interference in personal life, although partially underestimated by respondents. The discussion points to an imbalance between organizational demands and resources, reinforcing the need for integrated approaches to understanding the phenomenon. It is concluded that workaholism constitutes a significant risk to occupational health, demanding organizational policies aimed at promoting well-being and work sustainability.
Descrição: Trabalho aprovado em revista
URI: https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/49483
Aparece nas coleções:Trabalhos de Conclusão de Curso

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
gestaoderecursoshumanos_2026_1_ amandanunes_workaholismoesaudeocupacionalevidenciasempiricas.pdf313.61 kBAdobe PDFVisualizar/Abrir


Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.