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Título: Os efeitos do estresse sobre o aumento da pressão arterial do profissionais de enfermagem
Autor(es): OLTREMAR, Ana Cláudia Miranda
SILVA, Bruna Carolina da
REIS, Carla Patrícia dos
BOAS, Eliezer Villas
MARCELINO, Josiane Maria
Orientador(es): MENDONÇA, Marilda Bertipaglia
Outro(s) contribuidor(es): CAZAL, Janaína de Bello Cybis
CORBI, Inaiara Scalçone Almeida
Tipo documental: Monografia
Palavras-chave: Hipertensão;Fatores de risco
Data do documento: 12-Nov-2014
Editor: 029
Referência Bibliográfica: OLTREMAR, Ana Cláudia Miranda; SILVA, Bruna Carolina da; REIS, Carla Patrícia dos; BOAS, Eliezer Villas; MARCELINO, Josiane Maria. Os efeitos do estresse sobre o aumento da pressão arterial de profissionais de enfermagem, 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Técnico em Enfermagem) - Etec Profa. Anna de Oliveira Ferraz, Araraquara, 2014.
Resumo: O termo estresse surgiu no século XVII, tendo como origem a palavra inglesa “STRESS”, inicialmente usada em física, sendo mais tarde usada para descrever uma resposta do organismo a acontecimentos que provocam desequilíbrios no bem-estar. O estresse pode ser considerado como causador e/ou agravador de várias doenças, que vão desde asma, reações alérgicas até problemas digestivos e cardiovasculares, como a hipertensão arterial. Dessa forma nosso estudo objetiva identificar os fatores de risco para o desenvolvimento da hipertensão arterial associados ao estresse em profissionais de enfermagem. Trata-se de uma revisão de literatura, a qual objetiva reunir conhecimentos já estudados e validados cientificamente para a construção de um único estudo. Foram inclusos artigos na língua portuguesa, publicados nos últimos dez anos, na temática proposta, artigos publicados nas bases de dados Lilacs e Scielo e disponíveis online. Os resultados mostraram que os profissionais de enfermagem que atuam em unidades mais estressantes, como no setor de urgência e emergência, na área militar e no hospital-escola estão mais expostos aos riscos ocupacionais relacionados ao ambiente de trabalho. Outra pesquisa relaciona características da população estudada como a etnia negra, mulheres em idade jovem abaixo de 40 anos e histórico familiar positivo para a hipertensão, como fatores que os tornam mais susceptíveis ao desenvolvimento de outras doenças. Além desses fatores genéticos, a associação do estresse, sedentarismo, maus hábitos alimentares, o tabagismo e o uso de contraceptivos agravam ainda mais o surgimento de outras doenças ocupacionais. Com relação às características sociodemográficas e clínicas, os resultados apontam o sexo masculino, idade maior ou igual a 40 anos, o fato de trabalhar frequentemente cansado e a glicemia maior que 110 mg/dL. Concluímos com este trabalho que os principais fatores de risco para o desenvolvimento da hipertensão arterial encontrados nos profissionais de enfermagem podem ser tanto fatores considerados modificáveis como não modificáveis, e gestores devem trabalhar com o intuito de reduzir tais fatores e melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores. PALAVRAS-CHAVES: Hipertensão. Estresse. Fatores de Risco. Complicações.
URI: https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/49030
Aparece nas coleções:Trabalhos de Conclusão de Curso

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