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Título: Assistência às mulheres privadas de liberdade durante o ciclo gravídico
Título(s) alternativo(s): Assistance to women deprived of liberty during the pregnancy cycle
Autor(es): TARDIN, Aline Fernanda de Magalhães
MUNIZ, Ellen Renata Guinter
RODRIGUES, Gabriel da Silva
OLIVEIRA, Kauany Soares
ALCANTARA, Larissa Gonçalves
MARQUES, Paloma Goes Correia
PENTEADO, Pâmela Cristina Conceição
PRADO, Wanesca Luciana dos Santos
Orientador(es): BARBIERI, Melina Renata Blascke
Tipo documental: Monografia
Palavras-chave: Enfermagem;Enfermagem obstétrica;Assistência de enfermagem;Gravidez;Direitos da mulher;Penitenciária para mulheres
Data do documento: 30-Jun-2026
Editor: 139
Referência Bibliográfica: TARDIN, Aline Fernanda de Magalhães; MUNIZ, Ellen Renata Guinter; RODRIGUES, Gabriel da Silva; et al. Assistência às mulheres privadas de liberdade durante o ciclo gravídico. 2026. Trabalho de conclusão de Curso (Curso Técnico em Enfermagem) – Etec Tenente Aviador Gustavo Klug, Pirassununga, 2026.
Resumo: O encarceramento feminino é marcado por diversas vulnerabilidades impostas pelo sistema prisional, além do preconceito social enfrentado pelas mulheres privadas de liberdade. Essa realidade torna-se ainda mais evidente durante o período gestacional, no qual são frequentes as violações dos direitos humanos e as condições precárias de assistência à saúde (Lopes; Backes, 2019). Segundo Araújo et al. (2020), gestantes inseridas em ambientes com condições estruturais inadequadas, como superlotação, higiene precária, alimentação insuficiente e acesso limitado aos serviços de saúde, apresentam maiores riscos de comprometimento do pré-natal e, consequentemente, do processo gestacional. Nesse contexto, o presente estudo tem como objetivo analisar os desafios enfrentados pelas gestantes privadas de liberdade em relação ao direito à assistência à saúde; identificar as dificuldades na assistência pré-natal e os fatores relacionados à negligência no sistema penitenciário; bem como compreender a importância da humanização no cuidado à gestante privada de liberdade, articulada à saúde pública. Metodologia utilizada consiste em uma revisão de literatura, baseada na análise de artigos científicos, legislações e documentos oficiais, proporcionando uma visão ampla e organizada acerca das pesquisas já publicadas sobre mulheres gestantes privadas de liberdade (Azevedo, 2016; Echer, 2018). Considerações Finais: A garantia da qualidade da assistência e o cumprimento dos direitos dessas mulheres contribuem positivamente para a saúde materna quanto para o desenvolvimento saudável do feto, além de favorecerem a redução da mortalidade materna e neonatal e das desigualdades sociais. Apesar da condição de privação de liberdade, a gestante mantém seus direitos assegurados quanto à assistência à saúde e ao cuidado humanizado. Contudo, ainda existem insuficiências estruturais e dificuldades na efetivação das políticas públicas voltadas a esse público. Palavras-Chave: mulheres gestantes; mulheres privadas de liberdade; assistência à saúde; direitos das mulheres; ciclo gravídico.
URI: https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/47782
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