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Title: Revitaliza
Other Titles: Revitalize
Authors: DOMINGUES, Ana Beatriz Souza
MENEZES, Carolina Vitória
SOUZA, Erik Fabrício de
XAVIER, Joyce Teixera
MIRANDA, Julia Domingos
Advisor: SILVA, Ingrid Magalhães da
Other contributor: CUNEGUNDES, Simone Aparecida Torres de Souza
MEDEIROS, Maria da Conceição
SILVA, Ingrid de Magalhães da
type of document: Projeto Técnico
Keywords: Inclusão social;Reabilitação;Alcoolismo;Saúde mental
Issue Date: 28-Nov-2025
Publisher: 141
Citation: DOMINGUES, Ana Beatriz Souza; MENEZES, Carolina Vitória; SOUZA, Erik Fabrício de; XAVIER, Joyce Teixera; MIRANDA, Julia Domingos. Revitaliza. 2º Sem. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Ensino Médio com Habilitação Técnica em Recursos Humanos) - Escola Técnica Estadual Prof.ª Maria Cristina Medeiros, Centro Paula Souza, Ribeirão Pires (SP), 2025.
Abstract: A inclusão de pessoas usuárias ou ex-usuárias de drogas ou álcool no mercado de trabalho é um tema de grande relevância social e econômica. A legislação brasileira, através da Lei n.º 8.213/91, conhecida como Lei de Cotas, estabelece que empresas com 100 ou mais empregados devem preencher de 2% a 5% de seus cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas com deficiência habilitadas. Esse dispositivo legal visa garantir a igualdade de oportunidades e promover a diversidade no ambiente corporativo. Estudos indicam que a inclusão de pessoas na reabilitação no ambiente de trabalho traz benefícios significativos, tanto para os empregados quanto para as organizações. Entre os benefícios estão o aumento da diversidade e inovação, melhoria da imagem corporativa e cumprimento de responsabilidade social. No entanto, a implementação efetiva dessa inclusão ainda enfrenta desafios, como a falta de preparo das empresas, preconceitos e estigmas sociais. " O preconceito se mostra presente já na procura pelo emprego e se solidifica dentro das corporações, com a equipe de trabalho". Palavras ditas por Alisson Nascimento, um homem de 27 anos que após vencer a guerra contra às drogas, se encontra em outra batalha, a contra o preconceito. São diversos casos e relatos de ex-viciados viciados, onde, em grande parte, não são bem aceitos em sociedade, são marginalizados, insultados e rejeitados. A educação e a conscientização sobre a importância da inclusão são fundamentais para superar esses desafios, Programas de treinamento e desenvolvimento voltados para a sensibilização de gestores e funcionários, bem como a adaptação de processos seletivos, são medidas essenciais para a criação de um ambiente de trabalho inclusivo e acolhedor. Em resumo, a inclusão de pessoas reabilitadas, seja por drogas ou álcool, no mercado de trabalho é uma prática necessária e benéfica, que contribui para uma sociedade mais justa e equitativa. A adoção de políticas inclusivas e a promoção de uma cultura organizacional que valorize a diversidade são passos cruciais para alcançar a plena integração dessas pessoas no ambiente laboral. Ao invés de olhar com desprezo, olhar com empatia, acolher e apoiar para que nunca mais busquem refúgio nas drogas, e sim, que procurem ajuda profissional necessária. Palavras-chave: Inclusão, Reabilitação, Sociedade, Empatia, Integração.
The inclusion of people who use or have used drugs or alcohol in the job market is a topic of great social and economic relevance. Brazilian legislation, through Law No. 8.213/91, known as the Quota Law, establishes that companies with 100 or more employees must fill 2% to 5% of their positions with rehabilitated beneficiaries or qualified people with isabilities. This legal provision aims to guarantee equal opportunities and promote diversity in the corporate environment. Studies indicate that the inclusion of people undergoing rehabilitation in the workplace brings significant benefits to both employees and organizations. Among the benefits are increased diversity and innovation, improved corporate image, and compliance with social responsibility. However, the effective implementation of this inclusion still faces challenges, such as a lack of preparedness on the part of companies, prejudice, and social stigma. “Prejudice is already present in the job search and solidifies within corporations, among the work team.” These are the words of Alisson Nascimento, a 27-year-old man who, after winning the war on drugs, finds himself in another battle: that of prejudice. There are numerous cases and accounts of former addicts, who, for the most part, are not well accepted in society and are marginalized, insulted, and rejected. Education and awareness about the importance of inclusion are fundamental to overcoming these challenges. Training and development programs aimed at raising awareness among managers and employees, as well as adapting selection processes, are essential measures for creating na inclusive and welcoming work environment. In short, the inclusion of people rehabilitated, whether from drugs or alcohol, in the workforce is a necessary and beneficial practice that contributes to a more just and equitable society. Adopting inclusive policies and fostering an organizational culture that values diversity are crucial steps toward achieving the full integration of these people in the workplace. Instead of looking down on them, we should look with empathy, welcoming and supporting them so they never again seek refuge in drugs but rather seek the necessary professional help. Keywords: Inclusion, Rehabilitation, Society, Empathy, Integration.
URI: https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/47134
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