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Título: Avaliação de perdas quantitativas na colheita da soja em diferentes velocidades da colhedora
Título(s) alternativo(s): Assessment of quantitative losses during soybean harvesting at different combine speeds
Autor(es): MANFIO, Carlos Eduardo Camargo
MORAL, Pedro Colleta de Abreu
FRANCISCON, Pedro Zaia
Orientador(es): SANTOS, Lara Marie Guanais
Tipo documental: Artigo Científico
Palavras-chave: Colheita;Perdas agrícolas;Soja;Grãos;Velocidade
Data do documento: 11-Jun-2026
Editor: 259
Referência Bibliográfica: MANFIO, Carlos Eduardo Camargo; MORAL, Pedro Colleta de Abreu; FRANCISCON, Pedro Zaia. Avaliação de perdas quantitativas na colheita da soja em diferentes velocidades da colhedora, 2026. Trabalho de conclusão de curso (Curso Superior de Tecnologia em Mecanização em Agricultura de Precisão) - Faculdade de Tecnologia FATEC Shunji Nishimura (Pompéia), Pompéia, 2026.
Resumo: O ajuste incorreto da colhedora durante a colheita pode gerar severas perdas quantitativas. As perdas na colheita são classificadas em dois tipos: Quantitativas (se referem à redução física do volume ou peso da safra) e as perdas qualitativas (se referem à redução da integridade e do valor comercial do produto colhido). O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência da velocidade de avanço da colhedora nas perdas quantitativas de grãos na cultura da soja. O experimento foi conduzido no Sítio Juvenil, na cidade de Cândido Mota – SP, utilizando uma colhedora John Deere 1450 com plataforma Série 319. O delineamento experimental consistiu na coleta de amostras em parcelas de 2 m², avaliando cinco velocidades de avanço (3,0; 3,5; 4,0; 4,5 e 5,0 km h-1). As regulagens internas foram padronizadas com rotação do rotor a 650 rpm, ventilador a 850 rpm e abertura de peneiras superior e inferior de 15 mm e 10 mm, respectivamente. As médias de perdas obtidas foram de 23,27g (3,0 km h-1), 24,07g (3,5 km h-1), 24,83g (4,0 km h-1), 23,81g (4,5 km h-1) e 22,96g (5,0 km h-1). A velocidade de 4,0 km h-1 apresentou a maior incidência de desperdício, enquanto a velocidade de 5,0 km h-1 obteve a menor perda. Conclui-se que a velocidade da colhedora afeta as perdas quantitativas; contudo, todos os tratamentos ultrapassaram o limite tolerável de 60 kg ha-1, evidenciando a necessidade de revisão no conjunto de trilha e separação da máquina utilizada para estas condições de lavoura.
URI: https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/45917
Aparece nas coleções:Trabalhos de Conclusão de Curso

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