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Title: Regularização fundiária na tutela de direitos inerentes à dignidade humana
Authors: CAMILLO, Ana Carolina Martins
OLIVEIRA, Geovana Inácio de
HOFFMANN, Lídia Magalhães
SILVA, Mariana Aquino Mendes
CAMILLO, Mateus Martins
SILVA, Nathalia Emily de Souza
Advisor: FREITAS, Daniele Silva
ROZA, Mariana Espinossi
type of document: Artigo Científico
Keywords: Meio ambiente;Regularização fundiária;Direito;Planejamento territorial urbano
Issue Date: 28-Nov-2025
Publisher: 014
Citation: CAMILLO, Ana Carolina Martins; OLIVEIRA, Geovana Inácio de; HOFFMANN, Lídia Magalhães; SILVA, Mariana Aquino Mendes; CAMILLO, Mateus Martins; SILVA, Nathalia Emily de Souza. Regularização fundiária na tutela de direitos inerentes à dignidade humana. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Curso Técnico em Meio Ambiente) – Etec Júlio de Mesquita, Santo André, 2025.
Abstract: INTRODUÇÃO A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), documento de caráter internacional vigorado a partir do ano de 1948, é pautada na universalidade e na natureza inalienável dos preceitos fundamentais que regem a vida humana e a suas respectivas complexidades. Com isso, destaca-se que a DUDH defende, dentre diversos princípios, o direito à vida, à saúde e ao bem-estar e à propriedade. Este último, por sua vez, é assegurado em território nacional pelo artigo 6º da Constituição Federal Brasileira de 1988, que afirma que tais construções devem localizar-se geograficamente em um espaço que proporcione as mínimas condições para a manutenção das necessidades humanas (OSÓRIO, s.d.). Dessa forma, cabe mencionar que a distribuição do corpo social no que tange a malha territorial é evidentemente desigual, uma vez que o número de assentamentos urbanos precários se encontra em taxas elevadas. Potencializado pela alta concentração de atividades comerciais, a urbanização do estado de São Paulo remonta sobretudo ao século XX, na qual a intensificação da implementação do setor industrial culminou em uma maior atividade comercial e econômica e na posterior concentração de capital, acarretando aumento no número de contratações de 50% para 60% entre os anos de 1940 e 1950 (SINGER, s.d.). Com o acréscimo na demografia paulista do período, a informalidade e os trabalhos desempenhados em situações desfavoráveis cresceram de modo proporcional à ampliação da população, resultando, por conseguinte, na perpetuação da segregação socioespacial, visto que a comunidade considerada de baixa renda instalou-se, majoritariamente, em regiões periféricas, isto é, distante dos centros urbanos.
URI: https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/44833
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