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dc.contributor.advisorSARAN, Luciana Maria-
dc.contributor.advisorARMOA, Marcelo Henrique-
dc.contributor.authorSILVEIRA, Géssica Aparecida-
dc.contributor.otherDUDA, Rose Maria-
dc.contributor.otherVIEIRA, Rita de Cássia-
dc.date.accessioned2026-05-18T17:17:56Z-
dc.date.available2026-05-18T17:17:56Z-
dc.date.issued2012-12-19-
dc.identifier.citationSILVEIRA, Géssica Aparecida. Remoção de Mercúrio e Crômio Presentes em Solução Residual de Testes de Demanda Química de Oxigênio, 2012. Trabalho de Graduação (Curso Superior em Biocombustíveis) - Fatec Nilo de Stéfani, Jaboticabal, 2012.pt_BR
dc.identifier.urihttps://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/44551-
dc.description.abstractOs efluentes contaminados com espécies químicas tóxicas podem ocasionar diversos danos ao ambiente e à saúde do ser humano se não receberem um devido controle ou tratamento. Resíduos químicos classificados como perigosos são prejudiciais, tóxicos e maléficos ao ambiente. A demanda química de oxigênio (DQO) é um parâmetro utilizado para indicar o conteúdo orgânico de efluentes. A determinação deste parâmetro, realizada frequentemente em laboratórios que prestam serviços ou desenvolvem pesquisas relacionadas ao tratamento de esgotos sanitário ou industrial, gera um líquido residual fortemente ácido, contendo íons prata, mercúrio e crômio. Embora estejam relatados na literatura diversos procedimentos para a remoção/recuperação de mercúrio e crômio presentes em líquidos residuais, em geral, tais relatos omitem detalhes experimentais importantes que dificultam a reprodução bem sucedida destes procedimentos. Neste contexto, o presente trabalho, teve como objetivo colaborar na viabilização de metodologias para a remoção de íons mercúrio e crômio de solução residual de testes de demanda química de oxigênio. Após a precipitação seletiva da prata, como AgCl, avaliou-se o emprego de sulfeto de sódio para precipitar o mercúrio, como sulfeto de mercúrio(II) e a viabilidade do emprego dos metais zinco e cobre, capazes de reduzir íons mercúrio à mercúrio metálico, produzindo ao final do processo amálgamas desse metal. A remoção do crômio foi realizada por precipitação do mesmo na forma de Cr(OH)3, ajustandose o pH da solução residual para aproximadamente 10,4. O tratamento do líquido residual com cobre, quando comparado ao que foi realizado, nas mesmas condições reacionais, com o zinco metálico, resultou em concentrações menores de mercúrio, que praticamente atenderam ao limite de concentração de mercúrio legalmente permitido. O tratamento com sulfeto de sódio foi o que resultou nas menores concentrações de mercúrio. Apesar disso, o emprego dos metais testados, dispensa o ajuste prévio do pH da solução residual, não promove a emissão de gás tóxico, poluente e com odor extremamente desagradável, como é o caso do H2S e possibilita que o mercúrio amalgamado ao Zn ou Cu, seja recuperado de forma relativamente simples. A precipitação do crômio, na forma de Cr(OH)3, em pH 10,4±0,1, reduziu a concentração do crômio para o valor limite legalmente aceito.pt_BR
dc.description.abstractThe wastewater contaminated by toxic chemical species can cause many damages to the environment and human health if not given a proper control or treatment. Chemicals classified as hazardous waste are hazardous, toxic and harmful to the environment. The chemical oxygen demand (COD) is a parameter used to indicate the organic content wastewater. The determination of this parameter, often performed in laboratories that provide services or develop research related treatment sanitary sewage or industrial liquid waste generates a strongly acidic, containing silver ions, mercury and chromium. Although there are various procedures reported in the literature for the removal/recovery of chromium and mercury present in liquid waste, generally such reports omit important experimental details hindering the successful reproduction of these procedures. In this context, the present study aimed to collaborate in enabling methodologies for removing mercury and chromium ions in solution residual test chemical oxygen demand. After selective precipitation of silver as AgCl, evaluated the use of sodium sulfide to precipitate the mercury as mercury sulfide(II) and the viability of the metals zinc and copper can reduce mercury ions to metallic mercury, the end of the process producing this metal amalgams. The removal of chromium was performed by precipitating the same in the form of Cr(OH)3, by adjusting the pH of the residual solution to about 10.4. Treatment of the residual liquid with copper, as compared to what was conducted under the same reaction conditions, with metallic zinc resulted in lower concentrations of mercury which practically met the threshold legally permissible mercury concentration. Treatment with sodium sulfide was resulting in lower concentrations of mercury. Nevertheless, the employment of the metals tested, dispensing the preset pH of the residual solution, it promotes the emission of toxic gas, pollutants and extremely unpleasant odor, as is the case of H2S and allows the mercury amalgamated to Zn or Cu , be recovered relatively easily. The precipitation of chromium in the form of Cr (OH)3 at pH 10.4 ± 0.1, reduced the concentration of chromium to the threshold value legally accepted.pt_BR
dc.description.sponsorshipCurso Superior de Tecnologia em Biocombustíveispt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisher173pt_BR
dc.subjectMetais pesadospt_BR
dc.subjectResíduospt_BR
dc.subjectBiocombustíveispt_BR
dc.subject.otherProdução Industrialpt_BR
dc.titleRemoção de mercúrio e crômio presentes em solução residual de testes de demanda química de oxigêniopt_BR
dc.title.alternativeRemoval of mercury and chromium present in residual solution from chemical oxygen demand testspt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dcterms.type-pt_BR
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