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Título: Produção de isca formicida a base de mamona e gergelim
Autor(es): MOREIRA, Arthhur Henrique Bernal
PASSO, Clara Nogueira
BERTOLINI, Francisco Passoni
SILVA, Eduardo Fiorantini
BORDIGNON, Giulia Ribeiro
MOREIRA, Laís
SILVA, Luan Mariano da
Orientador(es): CARRIERO, Marcelo Dassan
Tipo documental: Artigo Científico
Palavras-chave: Mamona;Gergelim
Data do documento: 2-Dez-2025
Editor: 150
Referência Bibliográfica: MOREIRA, Arthur Henrique Bernal, PASSO, Clara Nogueira, SILVA, Eduardo Fioranti, BERTOLINI, Francisco Passoni, BORDIGNON, Giulia Ribeiro, MOREIRA, Laís, SILVA, Luan Mariano. Produção de isca formicida a base de mamona e gergelim. 2025. Trabalho de conclusão de curso (Curso Técnico em Química) - ETEC Rodolpho José Del Guerra. São José do Rio Pardo, 2025.
Resumo: Este trabalho teve como objetivo analisar a eficácia de iscas formicidas sustentáveis utilizando sementes de mamona (Ricinus communis), gergelim (Sesamum indicum) e polpa cítrica de laranja (Citrus sinensis), visando o controle eficaz de formigas cortadeiras, pragas que causam sérios danos em ambientes urbanos e agrícolas. As formigas dos gêneros Atta e Acromyrmex apresentam comportamento social complexo, comunicação química avançada e relação simbiótica com fungos, o que dificulta seu controle por métodos convencionais. Frente a isso, o uso de extratos vegetais surge como alternativa promissora, especialmente em hortas urbanas, por serem biodegradáveis, acessíveis e menos tóxicos. A mamona se destaca pelo óleo de rícino, rico em ácido ricinoleico, e pela ricina, proteína com potente ação inseticida, enquanto o gergelim contém sesamina e sesamolina, compostos tóxicos para formigas saúvas. As sementes foram submetidas a tratamento térmico, maceradas e combinadas com polpa cítrica obtida a partir do bagaço de laranja, formando uma massa consistente que foi seca em estufa e transformada em iscas sólidas. Os testes de campo realizados em Divinolândia-SP mostraram que as iscas foram rapidamente aceitas pelas operárias e levadas ao interior do formigueiro, iniciando o processo de contaminação. Após oito dias de observação, foi registrada uma redução significativa no fluxo de formigas, indicando que os compostos presentes na formulação afetaram o funcionamento da colônia. Assim, o estudo confirma que a isca desenvolvida representa uma alternativa viável, eficaz e ecologicamente segura ao controle tradicional de pragas.
URI: https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/44488
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