Use este identificador para citar ou linkar para este item:
https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/43516| Título: | A percepção dos trabalhadores sobre a discriminação no ambiente de trabalho |
| Título(s) alternativo(s): | Workers' perception of discrimination in the workplace |
| Autor(es): | TORRES, Geisa Isabely MARTINS, Jhennifer Beatriz Pereira AQUINO, Maria Clara da Silva SILVA, Maria Eduarda Belan da ARAUJO, Maria Eduarda Maximiano de |
| Orientador(es): | SILVA, Glaucia Pereira da EL KHOUEIRI, Samira |
| Tipo documental: | Monografia |
| Palavras-chave: | Inclusão social;Geodiversidade |
| Data do documento: | 1-Dez-2025 |
| Editor: | 206 |
| Referência Bibliográfica: | TORRES, Geisa Isabely et al. A percepção dos trabalhadores sobre a discriminação no ambiente de trabalho. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Curso Técnico em Administração) - ETEC Euro Albino de Souza, Mogi Guaçu, 2025. |
| Resumo: | Este estudo analisa a percepção dos trabalhadores de Mogi Guaçu sobre discriminações no ambiente laboral, com foco nas minorias e nos impactos dessas práticas no desempenho profissional. A pesquisa, de caráter quantitativo, foi realizada por meio de questionários no Google Forms, utilizando gráficos para interpretação dos dados e análises comparativas. Os resultados indicam que os colaboradores reconhecem a presença de discriminação, enfrentam dificuldades em acessar canais de denúncia e percebem efeitos negativos na qualidade do serviço e no bem-estar psicológico. Para orientar a investigação, foram consideradas as seguintes hipóteses: as experiências de preconceito vividas no ambiente profissional influenciam negativamente o bem-estar psicológico e a qualidade de vida dos trabalhadores; a persistência do preconceito de gênero, raça e orientação sexual nas organizações evidencia a ineficácia das medidas de combate à discriminação, comprometendo a igualdade de oportunidades, a produtividade da empresa e o bem-estar dos trabalhadores; e atualmente o preconceito no ambiente de trabalho é quase inexistente, não afetando as minorias. A análise dos dados permitiu observar que, embora existam políticas institucionais voltadas à inclusão, muitos trabalhadores ainda percebem situações de preconceito velado, expressas em atitudes sutis, piadas e exclusões informais. Essas práticas, frequentemente naturalizadas no cotidiano organizacional, impactam diretamente o desempenho e a motivação dos profissionais pertencentes a grupos minoritários. Verificou-se também que a ausência de mecanismos de denúncia acessíveis e de acolhimento adequado contribui para o silenciamento das vítimas e para a manutenção de comportamentos discriminatórios. A primeira e a segunda hipóteses foram corroboradas, evidenciando que o preconceito no ambiente profissional afeta o bem-estar e a produtividade, além de revelar falhas nas políticas de diversidade. Portanto, a persistência de práticas discriminatórias demonstra a urgência de ações institucionais mais eficazes e de uma cultura organizacional comprometida com a diversidade e o respeito. A criação de espaços seguros para denúncia, a capacitação contínua de gestores e colaboradores e a promoção de campanhas de conscientização são medidas essenciais para transformar o ambiente de trabalho em um espaço mais justo, inclusivo e saudável para todos. This study analyzes the perception of workers in Mogi Guaçu regarding discrimination in the workplace, focusing on minority groups, and the impacts of such practices on professional performance. The quantitative research was conducted through questionnaires on Google Forms, using graphs for data interpretation and comparative analyses. The results indicate that employees recognize the presence of discrimination, face difficulties in accessing reporting channels, and perceive negative effects on service quality and psychological well-being. To guide the investigation, the following hypotheses were considered: experiences of prejudice in the professional environment negatively influence workers’ psychological well-being and quality of life; the persistence of gender, racial, and sexual orientation prejudice within organizations highlights the ineffectiveness of anti-discrimination measures, undermining equal opportunities, company productivity, and employee well-being; and currently, workplace prejudice is almost nonexistent and does not affect minorities. Data analysis revealed that, although there are institutional policies aimed at inclusion, many workers still perceive subtle forms of prejudice, expressed through attitudes, jokes, and informal exclusion. These practices, often normalized in organizational routines, directly affect the performance and motivation of professionals belonging to minority groups. It was also found that the lack of accessible reporting mechanisms and adequate support contributes to the silencing of victims and the continuation of discriminatory behaviors. The first and second hypotheses were confirmed, demonstrating that prejudice in the workplace affects both well-being and productivity, while revealing shortcomings in diversity policies. Therefore, the persistence of discriminatory practices underscores the urgent need for more effective institutional actions and for an organizational culture committed to diversity and respect. Creating safe spaces for reporting, providing continuous training for managers and employees, and promoting awareness campaigns are essential measures to transform the workplace into a fairer, more inclusive, and healthier environment for everyone. |
| URI: | https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/43516 |
| Aparece nas coleções: | Trabalhos de Conclusão de Curso |
Arquivos associados a este item:
| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| mtecpiadm_2025_2_geisaisabelytorres_apercepçaodostrabalhadores.pdf..pdf | 966.13 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
Os itens no repositório estão protegidos por copyright, com todos os direitos reservados, salvo quando é indicado o contrário.