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Title: Estratégias de Coping de profissionais de enfermagem em ambiente de urgência e emergência
Other Titles: Coping Strategies of Nursing Professionals in Emergency Settings
Authors: ANTÕNIO, Claudio Vilflides
SOUZA, Ivoneide de
OLIVEIRA, Letícia Guimarães de
SANTOS, Mirian Rbya Amorim dos
BUENO, Renata dos Santos
ALMEIDA, Sabrina de
MARCELLO, Valdirene Perla
Advisor: FRANÇA, Thiago Eduardo de
Other contributor: FRANÇA, Thiago Eduardo de
SCHIAVETTO, Lucele
MONTE, Karina dos Santos Barroso
type of document: Artigo Científico
Keywords: Enfermagem;Serviço hospitalar de enfermagem;Enfermagem em emergência;Estresse profissional
Issue Date: 17-Nov-2025
Publisher: 103
Citation: ANTÔNIO, Claudio Vilflides et al. Estratégias de Coping de profissionais de enfermagem em ambiente de urgência e emergência. Orientador: Prof. Thiago Eduardo de França. 2025. 14 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Curso Técnico em Enfermagem) - Escola Técnica Estadual Sylvio de Mattos Carvalho, Matão, São Paulo, 2025.
Abstract: O estresse ocupacional representa uma crescente preocupação na saúde, especialmente entre os profissionais de enfermagem atuantes em serviços de urgência e emergência, onde a sobrecarga física e a pressão emocional elevam o risco de adoecimento, como a síndrome de burnout. Diante deste cenário, o estudo objetivou identificar e analisar as estratégias de coping adotadas por esses profissionais. Trata-se de uma pesquisa de natureza quantitativa, transversal, descritiva e exploratória , realizada no Hospital Carlos Fernando Malzoni, no município de Matão/SP. A amostra foi composta por 23 colaboradores da enfermagem (auxiliares, técnicos e enfermeiros) , e os dados foram coletados por meio de um questionário eletrônico, utilizando-se a Escala de Estratégias de Enfrentamento do Estresse. Os resultados evidenciaram a predominância do enfrentamento ativo e voltado para a resolução de problemas, com alta frequência de respostas para "Analiso a situação para melhor compreender" (95,7%) e "Reflito nas estratégias que poderei utilizar para melhor resolver o problema" (86,9%). Foi notada, também, uma baixa incidência de estratégias de esquiva e negação, indicando uma postura mais adaptativa. No entanto, o uso de suporte social para a partilha emocional (56,5%) demonstrou a necessidade de regulação da intensa carga afetiva. Concluiu-se que o grupo investigado apresenta um perfil de coping funcional, proativo e adaptativo, o que atua como forte fator de proteção contra o adoecimento psicológico em um ambiente de alta pressão. Recomenda-se que as instituições reforcem este perfil adaptativo e criem espaços formais de apoio psicossocial para processamento da carga emocional residual. Palavras-chave: Coping. Enfermagem. Estresse Ocupacional. Urgência e Emergência. Burnout.
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URI: https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/42444
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