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https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/42246| Título: | Engenharia social: o ser humano como o elo mais fraco, como se proteger para não ser uma vítima. |
| Título(s) alternativo(s): | Social engineering: the human being as the weakest link, how to protect yourself from becoming a victim. |
| Autor(es): | ANDRADE, Paulo Rogério de |
| Orientador(es): | RIZO, André Castro |
| Outro(s) contribuidor(es): | SANCHEZ, Arnaldo Napolitano SCATENA, Jean Miler |
| Tipo documental: | Artigo Científico |
| Palavras-chave: | Informação - segurança;Crime por computador;Fraude eletrônica |
| Data do documento: | 10-Dez-2025 |
| Editor: | 288 |
| Referência Bibliográfica: | ANDRADE, Paulo Rogério de. Engenharia social: o ser humano como o elo mais fraco, como se proteger para não ser uma vítima. 2025. Trabalho de conclusão de curso (Curso Superior de Tecnologia em Segurança da Informação) – Faculdade de Tecnologia Prof. José Arana Varela, Araraquara, 2025. |
| Resumo: | Este trabalho aborda a engenharia social como uma ameaça crescente à segurança da informação, destacando o ser humano como o elo mais fraco na proteção de dados. O objetivo central foi compreender de que maneira o comportamento humano pode ser explorado por criminosos e quais estratégias podem ser adotadas para prevenir ataques. Para isso, realizou-se uma pesquisa de abordagem qualitativa, de natureza exploratória e descritiva, fundamentada em revisão bibliográfica e análise de dados e materiais oficiais, como relatórios de órgãos nacionais e a cartilha do Programa Nacional de Proteção do Conhecimento Sensível (PNPC). Os resultados demonstram que os ataques de engenharia social se baseiam, principalmente, na manipulação psicológica das vítimas, explorando emoções como confiança, medo, curiosidade e sensação de urgência. Além disso, ficou evidente que, apesar do avanço das tecnologias de defesa, os usuários continuam sendo o principal vetor de risco, sobretudo quando desconhecem práticas seguras ou acreditam que não serão vítimas. Conclui-se que o fortalecimento da cultura de segurança, por meio de ações de conscientização e educação contínua, é fundamental para mitigar fraudes e reduzir vulnerabilidades humanas no ambiente digital. This study addresses social engineering as a growing threat to information security, highlighting the human factor as the weakest link in data protection. The main objective was to understand how human behavior can be exploited by cybercriminals and which strategies can be adopted to prevent attacks. A qualitative, exploratory, and descriptive research was conducted, based on literature review and analysis of official materials and national reports, such as the guide from the National Program for the Protection of Sensitive Knowledge (PNPC). The results show that social engineering attacks rely primarily on the psychological manipulation of victims, exploring emotions such as trust, fear, curiosity, and urgency. It also became evident that, despite advances in technological defense mechanisms, users remain the main source of vulnerability, especially when they lack awareness of secure practices or believe they will not be targeted. It is concluded that strengthening a culture of security through continuous education and awareness is essential to mitigate fraud and reduce human vulnerabilities in the digital environment. |
| URI: | https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/42246 |
| Aparece nas coleções: | Trabalhos de Conclusão de Curso |
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