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Título: Inclusão profissional de adultos com transtorno do espectro autista
Título(s) alternativo(s): desafios e possibilidades no mercado de trabalho
Autor(es): BARBOSA, Clara Beatriz Souza
HORÁCIO, Beatriz Santana
QUINTINO, Gabriel Lopes
Orientador(es): SILVA, Miguel Inácio da
SOUZA, Edson Alves de
Tipo documental: Plano de Negócios
Palavras-chave: Administração;Transtorno do espectro autista;Integração;Empregabilidade
Data do documento: 27-Nov-2025
Editor: 271
Referência Bibliográfica: HORÁCIO, Beatriz Santana, BARBOSA, Clara Beatriz Souza, QUINTINO, Gabriel Lopes. Inclusão profissional de adultos com transtorno do espectro autista: desafios e possibilidades no mercado de trabalho. 2025. Trabalho de conclusão de curso (Técnico em Administração) – Etec de Mairiporã, Centro Paula Souza, Mairiporã, 2025.
Resumo: Este artigo científico aborda a inclusão de profissionais com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no mercado de trabalho sob a ótica da administração, com foco em práticas de gestão de pessoas que favoreçam sua integração organizacional. O objetivo é analisar, por meio de revisão bibliográfica, os principais desafios enfrentados por empresas na contratação e retenção de profissionais autistas, bem como identificar estratégias administrativas que potencializem ambientes corporativos mais diversos, produtivos e inovadores. A metodologia utilizada consistiu no levantamento de estudos nacionais e internacionais sobre autismo, neurodiversidade e gestão inclusiva, permitindo compreender como diferentes modelos de administração têm influenciado a empregabilidade e a valorização da diversidade cognitiva. Os resultados revelam que, apesar de avanços legais, como a lei brasileira de inclusão (Lei nº 13.146/2015), ainda persistem entraves administrativos relacionados a processos seletivos tradicionais, ausência de capacitação de gestores e carência de políticas de recursos humanos que incorporem adaptações razoáveis. Em contrapartida, experiências positivas demonstram que práticas administrativas inclusivas — como programas de treinamento e sensibilização de lideranças, flexibilização de rotinas, uso de tecnologias assistivas e programas de mentoria — contribuem para maior engajamento, retenção e desempenho organizacional. A inclusão de profissionais com TEA deve ser compreendida pelas empresas não apenas como cumprimento legal, mas como uma estratégia de gestão capaz de fortalecer a competitividade, estimular a inovação e promover um clima organizacional mais colaborativo. Assim, a neurodiversidade deve ser vista como ativo estratégico da administração contemporânea.
URI: https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/41021
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