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https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/40057| Título: | Saúde mental dos profissionais de enfermagem |
| Autor(es): | CARDOSO, Camila de Oliveira SILVA, Elisangela Aparecida da SANTOS, Leandro Gonçalves dos FRANÇA, Nathan Pereira de SANTANA, Pedro Henrique Pereira de |
| Orientador(es): | WENTER, Michelle Luiz |
| Tipo documental: | Artigo Científico |
| Palavras-chave: | Saúde mental;Estresse profissional |
| Data do documento: | 10-Dez-2025 |
| Editor: | 194 |
| Referência Bibliográfica: | CARDOSO, Camila de Oliveira; et al. Saúde mental dos profissionais de enfermagem2025. Trabalho de conclusão de curso (Curso Técnico em enfermagem) - Escola Técnica Estadual Etec Doutora Ruth Cardoso, São Vicente, 2025. |
| Resumo: | A saúde mental dos profissionais de enfermagem tem se tornado uma preocupação crescente no Brasil devido ao aumento de casos de estresse, ansiedade, depressão e esgotamento emocional relacionados às condições de trabalho. A sobrecarga laboral, a pressão emocional e a convivência diária com situações de sofrimento são fatores que intensificam o risco de adoecimento psíquico e afetam tanto o bem-estar dos trabalhadores quanto a qualidade da assistência prestada. Diante desse cenário, este estudo teve como objetivo analisar, por meio da literatura científica, os principais fatores associados ao sofrimento mental na enfermagem e suas consequências, além de identificar estratégias que contribuam para a promoção da saúde emocional desses profissionais.
Trata-se de uma pesquisa explicativa, realizada em bases como SciELO e Biblioteca Virtual em Saúde, além de documentos institucionais do COFEN e COREN. Foram incluídos estudos publicados entre 2018 e 2024, em português, que abordassem a saúde mental de profissionais de enfermagem no contexto brasileiro. Excluíram-se pesquisas internacionais, materiais fora do período definido e textos sem relação com o tema.
Os resultados obtidos mostram que a categoria enfrenta altos níveis de sofrimento psíquico decorrentes de jornadas extensas, acúmulo de funções, falta de recursos humanos e materiais e elevada carga emocional. Os sintomas mais frequentes incluem irritabilidade, tristeza, fadiga, distúrbios do sono, dificuldades cognitivas e exaustão emocional, que repercutem na produtividade, na segurança do paciente e em índices crescentes de afastamentos. A pandemia de COVID-19 também foi apontada como um fator agravante, ampliando a sobrecarga e intensificando quadros de estresse e burnout. Apesar da relevância do tema, a literatura evidencia a necessidade de ações institucionais mais estruturadas e políticas públicas que valorizem e protejam a saúde mental da categoria. The mental health of nursing professionals has become a growing concern in Brazil due to the increase in cases of stress, anxiety, depression, and emotional burnout related to working conditions. Work overload, emotional pressure, and daily exposure to situations of suffering are factors that intensify the risk of mental illness and affect both the well-being of workers and the quality of care provided. In this context, this study aimed to analyze, through scientific literature, the main factors associated with mental suffering in nursing and its consequences, as well as to identify strategies that contribute to the promotion of the emotional health of these professionals. This is an explanatory study, conducted in databases such as SciELO and the Virtual Health Library, as well as institutional documents from COFEN and COREN. Studies published between 2018 and 2024, in Portuguese, that addressed the mental health of nursing professionals in the Brazilian context were included. International research, materials outside the defined period, and texts unrelated to the topic were excluded. The results show that this category faces high levels of psychological distress resulting from long working hours, accumulation of tasks, lack of human and material resources, and a high emotional burden. The most frequent symptoms include irritability, sadness, fatigue, sleep disorders, cognitive difficulties, and emotional exhaustion, which impact productivity, patient safety, and lead to increasing rates of absenteeism. The COVID- 3 19 pandemic was also identified as an aggravating factor, increasing the workload and intensifying stress and burnout. Despite the relevance of the topic, the literature highlights the need for more structured institutional actions and public policies that value and protect the mental health of this category. |
| URI: | https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/40057 |
| Aparece nas coleções: | Trabalhos de Conclusão de Curso |
Arquivos associados a este item:
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