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Título: O impacto da ausência de saúde mental no ambiente de trabalho
Autor(es): ZAMBELLI, Bruna Ferraz
FONTE, Jefferson Ferreira Martins da
TOSTA, Maycon Luan Rosa
MAROTE, Rafael Alves
Orientador(es): CRUZ, Alecir Pereira da
Tipo documental: Monografia
Palavras-chave: Saúde mental;Produtividade
Data do documento: 3-Dez-2025
Editor: 042
Referência Bibliográfica: ZAMBELLI, Bruna Ferraz, et al. O impacto da ausência de saúde mental no ambiente de trabalho. 2025. Trabalho de conclusão de curso (Curso Técnico em Administração) - Escola Técnica Estadual Benedito Storani, Jundiaí, 2025.
Resumo: O presente trabalho tem como objetivo demonstrar os impactos da ausência de saúde mental no ambiente de trabalho, considerando como as condições psicológicas dos colaboradores influenciam diretamente a produtividade, o clima organizacional e o desempenho das empresas. A pesquisa aborda a importância da liderança ética e empática, a necessidade de políticas organizacionais voltadas ao bem-estar e o papel fundamental da valorização humana na gestão corporativa. A partir de referenciais teóricos como Dejours (1992), Chiavenato (2014) e Araújo (2018), demonstram que o sofrimento emocional, quando negligenciado pelas organizações, geram consequências como absenteísmo, queda de produtividade, aumento da rotatividade, prejuízos financeiros e danos à imagem institucional. Foram analisadas as principais doenças mentais associadas ao ambiente corporativo, como ansiedade, depressão e síndrome de burnout, que têm crescido em virtude de rotinas exaustivas, cobranças excessivas e relações hierárquicas desgastantes. Além disso, destaca-se a relevância de estratégias organizacionais e psicossociais que promovam a saúde emocional, incluindo programas de apoio psicoterapêutico, intervenções cognitivas e ações preventivas como a ginástica laboral e as técnicas de respiração. Tais práticas contribuem para o equilíbrio entre corpo e mente, reduzindo o estresse e aumentando a concentração, o engajamento e a motivação dos trabalhadores. O estudo também evidencia a importância da legislação brasileira, como a Política Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (PNSTT) e a Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que reconhecem a saúde mental como parte essencial da segurança ocupacional. Verifica-se, contudo, que ainda há defasagem entre as normas legais e sua aplicação prática, sendo necessário fortalecer a cultura organizacional humanizada e a prevenção contínua. Conclui-se que investir em saúde mental é uma estratégia que transcende o cuidado individual, representando um fator decisivo para o sucesso sustentável das organizações. A promoção de um ambiente de trabalho saudável, com líderes preparados, políticas inclusivas e ações preventivas, favorece o desenvolvimento humano e o desempenho coletivo, assegurando não apenas o bem estar dos colaboradores, mas também a longevidade e a competitividade das empresas no mercado contemporâneo.
This study aims to analyze the impacts of the absence of mental health in the workplace, considering how employees’ psychological conditions directly influence productivity, organizational climate, and overall business performance. The research highlights the importance of ethical and empathetic leadership, the need for organizational policies focused on well-being, and the fundamental role of human appreciation in corporate management. Based on theoretical references such as Dejours (1992), Chiavenato (2014), and Araújo (2018), it demonstrates that emotional suffering, when neglected by organizations, leads to consequences such as absenteeism, decreased productivity, increased turnover, financial losses, and damage to corporate reputation. The main mental health disorders related to work such as anxiety, depression, and burnout syndrome are examined, all of which have increased due to exhausting routines, excessive demands, and stressful hierarchical relationships. The study also highlights the relevance of organizational and psychosocial strategies that promote emotional well-being, including psychotherapeutic support programs, cognitive-behavioral interventions, and preventive actions such as workplace exercise and breathing techniques. These practices contribute to balancing body and mind, reducing stress, and improving focus, engagement, and motivation among employees. Furthermore, the research underscores the importance of Brazilian legislation, such as the National Policy on Workers’ Health (PNSTT) and Regulatory Standard No. 1 (NR-1), which recognize mental health as an essential part of occupational safety. However, a gap remains between legal norms and their effective application, requiring stronger humanized organizational cultures and continuous prevention. It is concluded that investing in mental health transcends individual care, representing a decisive factor for sustainable organizational success. Promoting a healthy workplace, with trained leaders, inclusive policies, and preventive measures, fosters human development and collective performance, ensuring not only employee well-being but also the longevity and competitiveness of companies in the contemporary market.
URI: https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/39770
Aparece nas coleções:Trabalhos de Conclusão de Curso

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