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Título: A importância do brinquedo terapêutico no tratamento de crianças com transtorno do espectro autista (TEA) em unidades hospitalares: ênfase na atuação do técnico de enfermagem
Autor(es): CASTRO, Elisabete dos Santos
LEAL, Letícia Ribeiro
SANTOS, Suellen Ventura dos
NASCIMENTO, Solange Maria Freitas do
Orientador(es): WENTER, Michelle Luiz
Tipo documental: Artigo Científico
Palavras-chave: Transtorno do espectro autista;Brinquedos terapêuticos
Data do documento: 24-Jun-2025
Editor: 194
Referência Bibliográfica: CASTRO, Elisabete dos Santos; et al. A importância do brinquedo terapêutico no tratamento de crianças com transtorno do espectro autista (TEA) em unidades hospitalares: ênfase na atuação do técnico de enfermagem, 2025. Trabalho de conclusão de curso (Curso Técnico em enfermagem) - Escola Técnica Estadual Etec Doutora Ruth Cardoso, São Vicente, 2025.
Resumo: O uso do brinquedo terapêutico (BT) em pacientes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma estratégia de cuidado integral, individualizado e humanizado, que reconhece a criança como sujeito ativo no processo de saúde. Sua utilização contribui para o bem-estar físico, emocional e psicológico da criança, tornando o ambiente hospitalar mais acolhedor e menos traumático. Desafios de manejo em unidades hospitalares com crianças que apresentam o quadro de TEA, dificultam a conexão entre o paciente e os serviços a serem executados. Este presente estudo teve como objetivo identificar os principais desafios enfrentados pelo Técnico de Enfermagem em pacientes com Transtorno do Espectro Autista propondo a estratégia do brinquedo terapêutico como auxilio e promoção nos cuidados, adesão ao tratamento e a realização de procedimentos de forma segura e humanizada. A 2 metodologia utilizada foi a revisão sistemática da literatura (2020–2025), com ênfase em estudos brasileiros sobre desafios da enfermagem, protocolos de segurança e dados institucionais. Conclui-se que a adesão ao brinquedo terapêutico em uma unidade hospitalar auxilia na capacitação de profissionais da área sobre o manejo e importância de sua implementação, prevenção de riscos ou desconforto ao serviço ou técnica a ser utilizada no paciente e redução de práticas desumanizadas, aliada a políticas e normas de segurança padronizadas pelas instituições. A enfermagem deve liderar mudanças culturais, valorizando educação permanente, empatia e o cuidado com o manejo e a interação com a criança portadora de TEA.
URI: https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/39480
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