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https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/39458| Título: | Fast fashion e a cultura do consumismo: impactos sociais, ambientais e econômicos da moda descartável |
| Autor(es): | BARROS, Maria Helena Angelo de ABADE, Mariana Lopes SANTOS, Nycollas Thony dos CAUM, Samuel RODRIGUES, Samuel Felipe |
| Orientador(es): | SANTOS, Lourdes Regina Correa dos |
| Tipo documental: | Artigo Científico |
| Palavras-chave: | Meio ambiente;Impactos ambientais;Consumo |
| Data do documento: | 6-Dez-2025 |
| Editor: | 008 |
| Referência Bibliográfica: | ANGELO DE BARROS, Maria Helena; ABADE, Mariana Lopes; SANTOS, Nycollas Thony dos; CAUM, Samuel; RODRIGUES, Samuel Felipe. Fast fashion e a cultura do consumismo: impactos socias, ambientais e econômicos da moda descartável. Orientadora: Lourdes Regina Correa dos Santos. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Técnico em Meio Ambiente) – Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza, ETEC Vasco Antônio Venchiarutti, Jundiaí – SP, 2025. |
| Resumo: | A indústria da moda contemporânea enfrenta críticas crescentes devido aos seus impactos ambientais, sociais e econômicos. O modelo de produção em massa, aliado ao consumo acelerado, resulta em problemas significativos, como o descarte inadequado de roupas, a longa decomposição de materiais sintéticos e o acúmulo de resíduos têxteis. Estima-se que a produção global de fibras têxteis tenha atingido 111 milhões de toneladas em 2019, com previsão de crescimento contínuo, agravando a geração de resíduos e a sobrecarga de aterros sanitários. (A Fast Fashion e a sustentabilidade. Blog Salto Santander, 2025. Além dos impactos ambientais, há questões sociais alarmantes. No Brasil, casos de trabalho análogo à escravidão na indústria da moda têm sido recorrentes, envolvendo trabalhadores em condições degradantes, jornadas exaustivas e remuneração inadequada. A falta de transparência das marcas em relação às condições de trabalho em suas cadeias produtivas contribui para a perpetuação dessas práticas. As marcas da moda flagradas com trabalho escravo de acordo com a Revista Metrópoles, 2022. Apenas 22% Das Marcas Brasileiras Revelam Dados de Trabalho Escravo Diante desse cenário, surgem alternativas sustentáveis que buscam mitigar esses impactos, como o uso de roupas recicladas e biodegradáveis, a promoção de brechós e o incentivo à produção de roupas mais duráveis. Estas iniciativas visam não apenas reduzir os danos ambientais, mas também promover condições de trabalho mais justas e conscientes. |
| URI: | https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/39458 |
| Aparece nas coleções: | Trabalhos de Conclusão de Curso |
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