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Title: Violência obstétrica e seus impactos a saúde da mulher
Authors: PEREIRA, Alessandra Aparecida de Mattos
COSTA, Lilian Gabriele Viana
OLIVEIRA, Raiane Sales de
Advisor: LOURENÇÃO, Alessandra Regina
Other contributor: MENIN, Claudete da Silva
PASCHOALLI, Silvia Regina Aires Câmara
LOURENÇÃO, Alessandra Regina
type of document: Artigo Científico
Keywords: Violência obstétrica;Saúde da mulher
Issue Date: 27-Nov-2025
Publisher: 075
Citation: PEREIRA, Alessandra Aparecida de Mattos; COSTA, Lilian Gabriele Viana; OLIVEIRA, Raiane Sales de. Violência obstétrica e seus impactos a saúde da mulher, 2025. Trabalho de conclusão de curso (Curso Técnico em Enfermagem) - ETEC Padre José Nunes Dias, Monte Aprazível(SP), 2025.
Abstract: O parto é um evento marcante e transformador na vida da mulher, envolvendo aspectos físicos, emocionais e sociais. Apesar dos avanços na assistência obstétrica e das políticas de humanização, a violência obstétrica ainda é uma realidade frequente no Brasil. Ela se manifesta por meio de práticas abusivas, desrespeitosas ou negligentes durante a gestação, o trabalho de parto, o parto e o puerpério, violando a autonomia, os direitos e a dignidade da mulher. Entre suas formas mais comuns estão agressões verbais, intervenções sem consentimento, restrições indevidas, negação de acompanhante e procedimentos desnecessários, frequentemente associados à medicalização excessiva e a desigualdades sociais, raciais e de gênero. As consequências podem ser físicas, como lacerações, infecções e cesarianas evitáveis, e emocionais, incluindo ansiedade, depressão pós-parto, estresse pós-traumático e dificuldades no vínculo materno-infantil. Embora as leis assegurem direitos às parturientes, sua aplicação ainda é limitada, o que contribui para a persistência dessas práticas. A equipe de enfermagem desempenha papel essencial na promoção de um cuidado humanizado, ético e centrado na mulher, atuando diretamente na prevenção da violência obstétrica. Este estudo destaca a importância do reconhecimento do problema, da educação permanente dos profissionais e do fortalecimento das políticas públicas para garantir partos mais seguros, dignos e respeitosos.
Childbirth is a remarkable and transformative event in a woman's life, involving physical, emotional, and social aspects. Despite advances in obstetric care and humanization policies, obstetric violence is still a frequent reality in Brazil. It manifests itself through abusive, disrespectful, or negligent practices during pregnancy, labor, delivery, and the postpartum period, violating women's autonomy, rights, and dignity. Among its most common forms are verbal abuse, interventions without consent, undue restrictions, denial of companionship, and unnecessary procedures, often associated with excessive medicalization and social, racial, and gender inequalities. The consequences can be physical, such as lacerations, infections, and avoidable cesarean sections, and emotional, including anxiety, postpartum depression, post-traumatic stress, and difficulties in the mother-child bond. Although laws guarantee the rights of women in labor, their enforcement is still limited, which contributes to the persistence of these practices. The nursing team plays an essential role in promoting humanized, ethical, and woman-centered care, acting directly in the prevention of obstetric violence. This study highlights the importance of recognizing the problem, providing ongoing education for professionals, and strengthening public policies to ensure safer, more dignified, and respectful births.
URI: https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/39363
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