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Título: Destinação de resíduos termoplásticos como agravante de problemas ambientais
Autor(es): SOUZA, Igor Guimarães Teixeira de
Orientador(es): OLIVEIRA, Douglas Eldo Pereira de
Tipo documental: Monografia
Palavras-chave: Resíduos industriais;Resíduos industriais (tratamento);Sustentabilidade
Data do documento: Dez-2022
Editor: 167
Referência Bibliográfica: SOUZA, I.G.T. de; PEREIRA, D.E.P. de. Destinação de resíduos termoplásticos como agravante de problemas ambientais. Guarulhos: Fatec Guarulhos, 2022. 22p. Trabalho de Graduação (Tecnólogo em Gestão da Produção Industrial) – Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza, Faculdade de Tecnologia de Guarulhos.
Resumo: O plástico é um material amplamente utilizado diariamente em todo mundo devido a sua extensa aplicabilidade. Entretanto, diversos são os problemas ambientais gerados pela má gestão, utilização, e principalmente, descarte inadequado. Os polímeros desempenham um papel de vilão do meio ambiente quando se diz respeito aos resíduos gerados, que apesar de trazerem diversas melhorias no âmbito econômico e sustentável, são ofuscadas por diversas esferas sociais. A má gestão de resíduos começa quando o cidadão descarta seus resíduos plásticos em locais inadequados, de forma inconsequente. É de fundamental importância a produção, consumo e descarte correto e ambientalmente correta dos plásticos uma vez que que demora em média 400 anos para se decompor completamente A má gestão residual do plástico abrange desde poder público até a sociedade civil. Ambos são, em sua maioria, coniventes e contribuintes para a ampliação da problemática de maneira direta ou indireta. Mesmo de forma inconsciente, o descarte inadequado de embalagens plásticas por menores que sejam, acabam acarretando diversos impactos na natureza. Colocar o material como o vilão isolado sem considerar de fato o verdadeiro responsável pelo acumulo de resíduos nos solos e oceanos que é a má gestão pode ser até mesmo nocivo . É correto afirmar que a matéria, quando usada de forma consciente, manterá suas funções e minimizará as consequências para a natureza, além de auxiliar na economia. Portanto, faz-se necessário, além de conscientizar, apresentar maneiras eficazes para a reutilização do plástico que façam com que as melhorias saiam dos papéis e que sejam implementadas de fato no produto ou parte da produção. O primeiro passo é observar a forma de consumo e descarte do material. Basicamente, é possível fazer o reuso do plástico a partir do momento que ao consumir o produto da embalagem, reutiliza-se a mesma para outros fins ou quando o descarte é realizado em pontos de coleta, para que pessoas ou empresas possam reaproveita-las. Esse reaproveitamento pode ocorrer de diversas formas, como: A reciclagem mecânica que transforma o plástico em grânulos e o retorna para a produção de outros materiais plásticos; a reciclagem química onde o plástico é reprocessado e transformado em substancias petroquímicas para utilização na produção de outros materiais na indústria, e a reciclagem energética onde o plástico é transformado em energia elétrica ou térmica a partir da incineração.
URI: https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/38611
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