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Title: Embalagem bioativa: biofilme de bagaço de uva com propriedades interativas antioxidantes.
Other Titles: Bioactive packaging: grape pomace biofilm with interactive antioxidant properties.
Authors: OLIVEIRA, Bruna Cristiana de
REIS, Daniela Oliveira dos
LIMA, Eloisa Rodrigues de
FERREIRA, Giovanna da Silva
Advisor: KUME, Joelma Evelin Pereira
Other contributor: KUME, Joelma Evelin Pereira
COTRIM, Flávia Meira
LIMA, Alex de
type of document: Monografia
Keywords: Química;Bagaços;Uva;Biofilmes;Sustentabilidade
Issue Date: Dec-2024
Publisher: 138
Citation: OLIVEIRA, Bruna Cristiana de; REIS, Daniela Oliveira dos; LIMA, Eloisa Rodrigues de; FERREIRA, Giovanna da Silva, 2024. Trabalho de conclusão de curso (Curso Técnico em Química) - ETEC Professor Armando José Farinazzo, Fernandópolis, 2024.
Abstract: O objetivo deste trabalho foi produzir um plástico bioativo com propriedades antioxidantes a partir do bagaço de uva, para aplicação em embalagens alimentícias. A pesquisa incluiu revisão bibliográfica e experimentações práticas, iniciando com a extração e secagem da casca de uva, seguida pela combinação dos componentes com um plastificante natural para formar o biofilme. O processo começou com o preparo do pó de uva, envolvendo lavagem, secagem e maceração das uvas, separando polpa, casca, sementes e suco. O suco foi congelado e os sólidos triturados para obter o pó. Foram realizados testes experimentais com diferentes proporções de amido, pó de uva, suco de uva, ácido acético e glicerina. A mistura foi aquecida até atingir uma consistência pastosa e esticada entre folhas de papel manteiga para formar o biofilme. O primeiro teste, com 10g de amido e 5g de pó de uva, resultou em um biofilme fino, maleável e sem rachaduras. No segundo teste, ao aumentar a quantidade de pó de uva, o biofilme ficou mais espesso, dificultando a formação e causando rachaduras. O terceiro teste apresentou resultados semelhantes ao primeiro. Conclui se que o uso de bagaço de uva para plásticos bioativos é viável e sustentável, um passo importante para sustentabilidade.
The objective of this work was to produce a bioactive plastic with antioxidant properties from grape pomace, for application in food packaging. The research included a literature review and practical experiments, starting with the extraction and drying of grape skins, followed by the combination of the components with a natural plasticizer to form the biofilm. The process began with the preparation of grape powder, involving washing, drying and macerating the grapes, separating pulp, skin, seeds and juice. The juice was frozen and the solids were crushed to obtain powder. Experimental tests were carried out with different proportions of starch, grape powder, grape juice, acetic acid and glycerin. The mixture was heated until it reached a pasty consistency and stretched between sheets of wax paper to form the biofilm. The first test, with 10g of starch and 5g of grape powder, resulted in a thin, malleable and crack-free biofilm. In the second test, by increasing the amount of grape powder, the biofilm became thicker, making it difficult to form and causing cracks. The third test showed similar results to the first. It is concluded that the use of grape pomace for bioactive plastics is viable and sustainable, an important step towards sustainability.
URI: https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/30049
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