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Title: Os riscos da automedicação para a saúde da população: uma revisão integrativa
Authors: DUARTE, Edivania Carla
LAURINDO, Maria Gleicivane Andrade
MELLO, Andressa Ranzani Nora
Advisor: MELLO, Andressa Ranzani Nora
type of document: Artigo Científico
Keywords: Automedicação;Risco;Medicamento - Prescrição
Issue Date: Dec-2024
Publisher: 059
Citation: DUARTE, Edivania Carla; LAURINDO, Maria Gleicivane Andrade; MELLO, Andressa Ranzani Nora. Os riscos da automedicação para a saúde da população: uma revisão integrativa, 2024. Trabalho de conclusão de curso (Curso Técnico em Farmácia) - Etec Dr. Francisco Nogueira de Lima, Casa Branca, 2024.
Abstract: Introdução: A automedicação no Brasil é uma prática comum no cotidiano, porém os riscos inerentes muitas vezes não são de conhecimento geral, e dentre os riscos temos desde uma intoxicação até a dependência. O uso irracional de medicamentos pode acarretar em problemas na saúde e é necessário que seja divulgado as informações visto que se observa que a classe mais baixa da população é quem mais sofre as consequências da desinformação. O trabalho dos farmacêuticos é importante para esse quesito, pois os medicamentos mais consumidos sem prescrição médica podem acarretar riscos a longo prazo. Objetivo: O objetivo deste trabalho foi analisar os riscos inerentes da automedicação para a saúde da população. Método: Este trabalho foi realizado através de revisão integrativa da literatura, através e pesquisas por artigos científicos publicados nas bases de dados PubMed, Scielo e Google Acadêmico de 2016 a 2024, que destacavam os riscos da automedicação. Resultados e conclusão: A revisão mostrou que a automedicação, apesar de reduzir custos e aliviar sintomas, pode causar riscos como intoxicações, efeitos adversos, dependência e o surgimento de superbactérias devido ao uso inadequado de antibióticos. O abuso de analgésicos pode cronificar dores, prejudicando a saúde e levando a internações, especialmente entre idosos. Conclui-se que a automedicação é um problema de saúde pública que exige políticas preventivas e maior atuação do farmacêutico. A orientação adequada é essencial para evitar complicações e garantir o uso seguro e racional dos medicamentos.
URI: https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/37565
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