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Title: Sífilis: vulnerabilidade à sífilis na adolescência
Authors: SILVA, Cauã Camargo da
GONÇALVES, Erica Aparecida dos Reis
VIDAL, Gabriel Brito
CAMARGO, Karoline dos Santos
RIESCO, Livia Perin
SILVA, Pedro Rafael Ferreira da
SILVA, Raissa Guadalupe Januzzi da
Advisor: SILVA, Gabriella Tavares de Lima Lellis e
type of document: Monografia
Keywords: Sífilis;Adolescentes
Issue Date: 27-Nov-2023
Publisher: 107
Citation: SILVA,Cauã Camargo da; GONÇALVES, Erica Aparecida dos Reis; VIDAL, Gabriel Brito; CAMARGO, Karoline dos Santos; RIESCO, Livia Perin; SILVA, Pedro Rafael Ferreira da; SILVA, Raissa Guadalupe Januzzi da; COSTA ,Vitória Avelino da. Sífilis:vulnerabilidade à sífilis na adolescência. 2023. Trabalho de conclusão de curso (Curso Técnico em Enfermagem) - Etec Adolpho Berezin, Mongaguá, 2023.
Abstract: O estudo da sífilis sendo ela congênita ou adquirida é nos dias de hoje considerada de extrema importância tanto para a saúde pública como um todo como também para o bem-estar da futura geração, sendo eles os jovens que estão presentes na sociedade. A sífilis se mostrou tão grave para o país que o Ministério da Saúde lançou no ano de 2021 uma campanha nacional de combate à Sífilis como meio de evitar ainda mais a propagação da doença. O Boletim Epidemiológico da patologia, que foi divulgado durante essa campanha, levantou dados que mostram que em 2020 foram registrados 115.371 casos de sífilis adquirida, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a sífilis atinge por ano mais de 12 milhões de pessoas em todo o mundo. Através dos dados obtidos pela vigilância epidemiológica nacional e municipal de Mongaguá podemos observar a diminuição de casos de sífilis na adolescência e um crescimento na vida adulta. A partir do ano de 2020 houve uma queda de casos no país devido a pandemia do covid-19, ocorrendo a falta da notificação compulsória em unidades de saúde. Atualmente, as quantidades de notificações se mostraram baixas ou até mesmo inexistentes na faixa etária de 15 a 19 anos, dificultando a avaliação do número de casos. Com os dados da Baixada Santista foram mais de 17.000 casos de contaminação pela sífilis, sendo os picos altos 1 ano antes do decreto de lockdown em 2019, e dois anos depois em 2021, quando começou a reabertura de locais públicos e contato direto entre pessoas. O trabalho tem como finalidade de obter dados do conhecimento dos adolescentes com idade entre 15 e 18 anos sobre o tema, e apontar como isso afeta as notificações compulsórias e a propagação do vírus. Temos os adolescentes como alvo, pois mostram ser o público mais instável e de certa forma mais vulnerável a doenças sexualmente transmissíveis, dessa forma agravando a saúde pública e preocupando a vigilância epidemiológica do país e em suas regiões
URI: https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/15324
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