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Title: Biomembras de quitosana e alginato com propriedade antibacteriana providas da Cúrcuma longa L. E. Bixa orellana L.
Other Titles: Chitosan and alginate biomembranes with antibacterial properties provided with turmeric L. E. Bixa orellana L.
Authors: FRASSON, Jacqueline da C. F.
REIS, Lilian L.
SILVA, Valeria S.
metadata.dc.contributor.advisor: AGUIAR, Fábio Rizzo de
RUFFO, Jaquelini Ribeiro Dias
metadata.dc.type: Artigo científico
Keywords: Alginatos;Fungos;Urucum
Issue Date: 2016
Publisher: 238
Citation: FRASSON, Jacqueline da C. F.; REIS, Lilian L.; SILVA, Valeria S.; Biomembranas de quitosana e alginato com propriedade antibacteriana providas da cúrcuma longa L. E. Bixa orellana L., 2016. Trabalho de conclusão de curso (Curso Técnico em Química) - Escola Técnica Estadual ETEC Irmã Agostina (Jardim Satélite - São Paulo), São Paulo, 2016.
Abstract: Este trabalho teve como finalidade o estudo de potenciais agentes para terapia de fotoinativação microbiana baseados em biomembranas de quitosana e alginato, às quais foram adicionados cúrcuma (Cúrcuma longa L.) e urucum (Bixa orellana L.) vendidos comercialmente como agentes fotossensibilizadores. Para a elaboração do mesmo, confeccionaram-se membranas de quitosana e alginato puros e com os condimentos cúrcuma ou urucum a 1%, 5% e 10%. Foram quantificados os princípios ativos, curcumina e bixina, por meio de espectrofotometria de absorção molecular UV-Vis. Foi realizada a coleta da amostra bacteriana onde a mesma foi diluída para obtenção de uma solução com os microrganismos, posteriormente foi realizada uma semeadura de esgotamento para promover o crescimento das bactérias e a adição das biomembranas com diâmetro de 2 cm para análise da ação antibacteriana. Após o crescimento dos microrganismos as placas foram expostas a luz branca por 24 horas para a fotoativação dos princípios ativos contidos nas biomembranas, logo após foi analisado a formação do halo de inibição As biomembranas, tanto de quitosana e alginato puras sem os ativos quanto de quitosana e alginato com os ativos provenientes da cúrcuma e urucum, não inibiu o crescimento de microrganismos expostos. Após exposição a luz também não foi observado a formação do halo de inibição conforme objetivo da análise, apenas alteração de pH do meio. Esperava-se que nas diluições das colônias houvesse o crescimento bacteriano, entretanto, após feito o teste de coloração de gram e observado em microscópio óptico 400X, foi comprovado o crescimento de fungos e não bactérias. Devido a isto não houve inibição, de acordo coma literatura as bactérias Gram-positivas podem ser eliminadas por vários fotossensibilizadores e por doses mais baixas de irradiação do que bactérias Gram-negativas e fungos. Isso se deve a diferenças estruturais nas membranas celulares destes micro-organismos, e no caso dos fungos, devido ao seu maior volume.
This work aimed to obtain potential microbial photoinitiation therapy based on Chitosan and alginate biomembranes, turmeric (Curcuma longa L.) and urucum (Bixa orellana L.) were commercially available as. For the elaboration is not same, pure chitosan and alginate membranes were prepared and the turmeric and urucum condiments at 1%, 5% and 10% were made separately. The active principles, curcumin and bixin, were quantified by UV-Vis molecular absorption spectrophotometry. It was carried out the collection of the bacterial sample where it was diluted to obtain a solution with the microorganisms, Afterwards a sowing of exhaustion was carried out to promote the growth of the bacteria and the addition of biomembranes with a diameter of 2 cm for analysis of the antibacterial action. After the growth of the microorganisms the plates were exposed to white light for 24 hours for the photoactivation of the active principles contained in the biomembranes, soon after the formation of the inhibition halo was analyzed. The biomembranes, both of pure chitosan and alginate without the active ones as of chitosan and alginate with the assets originating from turmeric and urucum, did not develop antibacterial action on exposed microorganisms. After exposure to light, the formation of the inhibition halo was not observed according to the objective of the analysis, only the pH change of the medium. It was expected that in the dilutions of the colonies there was bacterial growth, however, after the test of staining of gram and observed in a 400X optical microscope, the growth of fungi and not bacteria was proven. Due to this there was no inhibition, according to the literature the Gram-positive bacteria can be eliminated by several photosensitizers and by lower doses of irradiation than Gram-negative bacteria and fungi. This is due to structural differences in the cell membranes of these microorganisms, and in the case of fungi, due to their greater volume.
URI: http://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/6089
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