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dc.contributor.advisorRODRIGUES, Lilian Segnini-
dc.contributor.authorMAGALHÃES, Juliana de Almeida-
dc.contributor.authorCRUZ, Rosilene Silva da-
dc.contributor.otherMACEDO, Abner Santos-
dc.contributor.otherMORASCO, Claudia Maria Napolitano Sanchez-
dc.date.accessioned2026-09-29T22:23:20Z-
dc.date.available2026-09-29T22:23:20Z-
dc.date.issued2026-06-
dc.identifier.citationMAGALHÃES, Juliana de Almeida. O impacto da automação no comportamento organizacional: desafios e perspectivas para a gestão de pessoas, 2026. Trabalho de conclusão de curso (Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos) - Fatec São Carlos, São Carlos, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/49196-
dc.description.abstractA expansão dos sistemas automatizados nos ambientes de trabalho tem gerado transformações que vão além dos processos operacionais, atingindo as dimensões comportamentais, relacionais e culturais das organizações. Este estudo investigou os impactos da automação sobre o comportamento organizacional, com foco no engajamento, na motivação, na cultura organizacional, nas relações interpessoais, no bem-estar e na liderança. A pesquisa adota abordagem exploratória-descritiva com método quantitativo, realizada por meio de levantamento com instrumento estruturado aplicado a 36 profissionais brasileiros que vivenciaram processos de automação em seus ambientes de trabalho nos últimos três anos. O instrumento combinou a Utrecht Work Engagement Scale reduzida (UWES-9), validada para o contexto brasileiro, com a Escala de Percepção dos Impactos da Automação (EPIA), desenvolvida especificamente para esta pesquisa em cinco dimensões: motivação, cultura organizacional, relações interpessoais, bem-estar e liderança. A análise foi conduzida por estatística descritiva com distribuição de frequências e representação gráfica. Os resultados indicam nível moderado-alto de engajamento (M = 3,56), com a dimensão dedicação como a mais consolidada. Na EPIA, os domínios de cultura organizacional (M = 3,52) e relações interpessoais (M = 3,43) apresentaram as avaliações mais favoráveis, enquanto bem-estar (M = 3,11) e motivação (M = 3,16) registraram as menores médias. As principais lacunas identificadas referem-se ao suporte organizacional durante as mudanças tecnológicas e à atenção das lideranças aos impactos emocionais da transição. Os achados sugerem que a automação, quando implementada com suporte estruturado e liderança humanizada, tende a preservar e fortalecer o engajamento, sem comprometer o significado percebido do trabalho.pt_BR
dc.description.abstractThe expansion of automated systems in the workplace has generated transformations that extend beyond operational processes, affecting the behavioral, relational, and cultural dimensions of organizations. This study investigated the impacts of automation on organizational behavior, with a focus on work engagement, motivation, organizational culture, interpersonal relationships, well-being, and leadership. The research adopts an exploratorydescriptive approach with a quantitative method, carried out through a structured survey applied to 36 Brazilian professionals who experienced automation processes in their work environments over the past three years. The instrument combined the short version of the Utrecht Work Engagement Scale (UWES-9), validated for the Brazilian context, with the Automation Impact Perception Scale (EPIA), developed specifically for this study across five dimensions: motivation, organizational culture, interpersonal relationships, well-being, and leadership. Data were analyzed through descriptive statistics with frequency distribution and graphical representation. Results indicate a moderate-to-high level of work engagement (M = 3.56), with the dedication dimension as the most consolidated. In the EPIA, organizational culture (M = 3.52) and interpersonal relationships (M = 3.43) received the most favorable ratings, while wellbeing (M = 3.11) and motivation (M = 3.16) recorded the lowest means. The main gaps identified relate to organizational support during technological transitions and the limited attention that leaders give to the emotional impacts of automation. The findings suggest that automation, when implemented with structured support and humanized leadership, tends to preserve and strengthen engagement without undermining the perceived meaning of work.pt_BR
dc.description.sponsorshipCurso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanospt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisher269pt_BR
dc.subjectComportamento organizacionalpt_BR
dc.subjectAutomaçãopt_BR
dc.subjectDesempenho no trabalhopt_BR
dc.subjectInovaçãopt_BR
dc.subject.otherGestão e Negóciospt_BR
dc.titleO impacto da automação no comportamento organizacional: desafios e perspectivas para a gestão de pessoaspt_BR
dc.title.alternativeThe impact of automation on organizational behavior: challenges and perspectives for people managementpt_BR
dc.typeArtigo Científicopt_BR
dcterms.typeOutros...pt_BR
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