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dc.contributor.advisorMEDEIROS, Maísa Toschi de Oliveira-
dc.contributor.authorROSETO, Jussara Araújo-
dc.contributor.authorSORIANO, Mara de Jesus-
dc.contributor.authorSANTOS, Michele de Souza-
dc.contributor.authorSANTOS, Rosane Pereira dos-
dc.contributor.otherMEDEIROS, Maísa Toschi de Oliveira-
dc.date.accessioned2026-08-07T00:30:36Z-
dc.date.available2026-08-07T00:30:36Z-
dc.date.issued2026-06-23-
dc.identifier.citationROSETO, J. A. et al. Riscos de consequências da automedicação individual. 2026. Trabalho de Conclusão de Curso (Técnico em Farmácia) – Etec Profª Carmelina Barbosa, Dracena, 2026.pt_BR
dc.identifier.urihttps://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/47387-
dc.description.abstractIntrodução: A automedicação consiste na utilização de medicamentos sem prescrição ou acompanhamento de profissionais de saúde, sendo uma prática comum em diversos países, especialmente no Brasil. A facilidade de acesso aos medicamentos, a influência de familiares e da internet, além das dificuldades de acesso aos serviços de saúde, contribuem para sua ocorrência. .Objetivo: Analisar os principais riscos e consequências da automedicação na saúde individual, identificando os fatores que favorecem sua prática e seus impactos na saúde pública.Métodos: Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, de caráter descritivo e abordagem qualitativa, realizada por meio da análise de artigos científicos, livros, documentos oficiais e publicações disponíveis em bases de dados como SciELO, Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), Ministério da Saúde e Organização Mundial da Saúde (OMS). Resultados: Os estudos analisados demonstraram que a automedicação está diretamente relacionada ao aumento de reações adversas, intoxicações medicamentosas, interações entre medicamentos, mascaramento de doenças e agravamento de quadros clínicos. Observou-se que analgésicos, antiinflamatórios, antibióticos e antialérgicos estão entre os medicamentos mais utilizados sem orientação profissional. Além dos prejuízos individuais, a automedicação gera impactos significativos nos sistemas de saúde, aumentando a demanda por atendimentos, internações e gastos assistenciais.Conclusão: Conclui-se que a automedicação representa um importante problema de saúde pública, capaz de comprometer a segurança dos pacientes e a eficácia dos tratamentos. Torna-se fundamental investir em ações de educação em saúde, conscientização da população e fortalecimento das políticas de promoção do uso racional de medicamentos. A ampliação do acesso aos serviços de saúde e a orientação adequada por profissionais qualificados são medidas essenciais para reduzir os riscos associados à automedicação e promover uma utilização mais segura e responsável dos medicamentos.pt_BR
dc.description.abstractIntroduction:Self-medication consists of the use of medications without a prescription or supervision by healthcare professionals, representing a practice widely disseminated in several countries, especially in Brazil. Easy access to medications, the influence of family members, friends, and digital media, as well as difficulties in accessing healthcare services, are factors that contribute to its occurrence. Although it is often used to relieve symptoms considered simple, this practice can cause significant harm to both individual and collective health.Objective:To analyze the main risks and consequences of self-medication on individual health, identifying the factors that encourage this practice and its impacts on public health.Methods:This is a bibliographic study with a descriptive nature and qualitative approach, developed through the analysis of scientific articles, books, official documents, and publications available in databases such as the Scientific Electronic Library Online (SciELO), the Virtual Health Library (VHL), the Ministry of Health, and the World Health Organization (WHO).Results:The analyzed studies showed that self-medication is directly associated with an increase in adverse reactions, drug intoxications, drug interactions, masking of diseases, and worsening of clinical conditions. Analgesics, anti-inflammatory drugs, antibiotics, and antihistamines were identified among the medications most commonly used without professional guidance. In addition to the harm caused to individual health, self-medication generates significant impacts on healthcare systems, contributing to increased demand for medical care, hospital admissions, and healthcare expenditures.Conclusion:It is concluded that self-medication represents an important public health problem, capable of compromising patient safety and treatment effectiveness. In this context, it is essential to invest in health education initiatives, public awareness campaigns, and the strengthening of policies aimed at promoting the rational use of medicines. Expanding access to healthcare services and providing appropriate guidance by qualified professionals are essential measures to reduce the risks associated with self-medication and to promote the safe and responsible use of medications.pt_BR
dc.description.sponsorshipCurso Técnico em Farmáciapt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisher052pt_BR
dc.subjectFarmáciapt_BR
dc.subjectAutomedicaçãopt_BR
dc.subjectMedicamentopt_BR
dc.subjectSaúde públicapt_BR
dc.subjectIntoxicaçãopt_BR
dc.subject.otherAmbiente e Saúdept_BR
dc.titleRiscos de consequências da automedicação individualpt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dcterms.type-pt_BR
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