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dc.contributor.advisorSEVERIANO, Lúcio César-
dc.contributor.authorLUZ, Angelo da-
dc.date.accessioned2026-03-16T21:30:04Z-
dc.date.available2026-03-16T21:30:04Z-
dc.date.issued2014-05-21-
dc.identifier.citationLUZ, Angelo da. Estudo da exposição do trabalhador na manipulação do monômero de estireno por cromatografia gasosa, 2014. Trabalho de Conclusão de Curso (Curso Superior de Tecnologia em Polímeros) Fatec Zona Leste, São Paulo, 2014.pt_BR
dc.identifier.urihttps://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/42590-
dc.description.abstractdo poliestireno, um importante plástico comercializado desde 1939 e tal como outros solventes orgânicos, o estireno é tóxico para o sistema nervoso central e é classificado como possível cancerígeno. Por ser muito volátil, a exposição ocupacional a este produto ocorre principalmente por inalação pelas vias aéreas e posteriormente, metabolizadas pelo fígado em ácidos mandélico e fenilglioxílico, que são excretados pela urina. O presente trabalho abordará um estudo que permita a avaliação da exposição ao monômero de estireno e dos efeitos para a saúde do trabalhador que fabrica, manipula ou que tenha de alguma forma, o contato com essa substância a fim de responder a seguinte questão: Abrindo um comparativo sobre o manuseio do monômero de estireno entre a legislação brasileira pertinente e os protocolos estadunidenses, pode-se encontrar discrepância nos limites de tolerância de exposição do trabalhador? A metodologia usada foi cromatografia em fase gasosa baseada na NIOSH 1501 e o resultado alcançado foi uma discrepância no limite de tolerância da exposição adotada na legislação brasileira e a aplicada nos Estados Unidos. Palavras- chave: Monômero de estireno, Limite de tolerância (T.L.V). Cromatografia gasosa.pt_BR
dc.description.abstractsignificant plastic marketed since 1939, and as other organic solvents, styrene is toxic to the central nervous system and is classified as a possible carcinogen. To be very volatile, occupational exposure to this product occurs primarily through inhalation into the airways and subsequently metabolized by the liver and fenilglioxílico mandelic acids, which are excreted in urine . This paper will discuss a study that allows the assessment of exposure to styrene monomer and the effects on health of the worker who produces , handles or has somehow contact with that substance in order to answer the following question : Opening a comparison about the management of styrene monomer between the relevant Brazilian legislation and the Americans protocols, one can find discrepancy in tolerance limits for worker exposure? The methodology used was gas chromatography based on NIOSH 1501 and the result achieved was a discrepancy in tolerance limit exposure in the Brazilian legislation adopted and applied in the United States. Keywords: Styrene Monomer, tolerance limit (TLV). Gas chromatography.pt_BR
dc.description.sponsorshipCurso Superior de Tecnologia em Polímerospt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisher111pt_BR
dc.subjectEstado gasosopt_BR
dc.subjectPolímerospt_BR
dc.subject.otherProdução Industrialpt_BR
dc.titleEstudo da exposição do trabalhador na manipulação do monômero de estireno por cromatografia gasosa.pt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dcterms.typeOutros...pt_BR
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