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dc.contributor.advisorMARTINS, Felipe-
dc.contributor.authorARAUJO, Bruno Lopes-
dc.contributor.authorRIBEIRO, Letícia Oliveira-
dc.contributor.authorARAUJO, Maria Eduarda Souza-
dc.contributor.authorLIMA, Matheus Delinardo-
dc.contributor.authorGOMES, Reiza de Fátima-
dc.contributor.authorBARON, Vinicius Vieira-
dc.date.accessioned2026-02-04T14:31:54Z-
dc.date.available2026-02-04T14:31:54Z-
dc.date.issued2025-12-02-
dc.identifier.citationARAUJO, Bruno Lopes et al. The miserable walls: as paredes miseráves. 2025. Trabalho de Conclusão de Curso (Ensino Médio com Habilitação Profissional de Técnico em Programação de Jogos Digitais) - Escola Técnica Estadual Professor Adhemar Batista Heméritas, São Paulo, 2025.pt_BR
dc.identifier.urihttps://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/40982-
dc.description.abstractO desenvolvimento de The Miserable Walls surgiu da união entre a paixão pelo gênero metroidvania e o desejo de criar uma narrativa engajada na crítica social. Desde os primeiros protótipos, a equipe concebeu um mapa interconectado onde cada região simboliza uma faceta do conflito de classes, reforçando visual e narrativamente a tensão entre opressores e oprimidos. As mecânicas de troca de personagem foram projetadas para oferecer diferentes estilos de combate e exploração, permitindo ao jogador viver perspectivas diversas dentro do mesmo mundo fragmentado. A exploração não é apenas física, mas também ideológica: itens, diálogos e cenários carregam pistas sobre os riscos do capitalismo selvagem e suas consequências humanas. O combate fluído foi lapidado para garantir respostas instantâneas e sensação de impacto, refletindo a urgência das lutas sociais. A paleta de cores sombria, aliada a uma trilha sonora industrial, mergulha o jogador em um ambiente opressivo, ao mesmo tempo que acende faíscas de resistência.pt_BR
dc.description.abstractThe development of The Miserable Walls emerged from the union of a passion for the Metroidvania genre and the desire to craft a narrative deeply engaged in social critique. From the earliest prototypes, the team designed an interconnected map where each region symbolizes a facet of class conflict, visually and narratively reinforcing the tension between oppressors and the oppressed. The character-switching mechanics were engineered to offer different combat and exploration styles, allowing the player to experience diverse perspectives within the same fragmented world. Exploration is not only physical but also ideological: items, dialogues, and environments carry clues about the dangers of unchecked capitalism and its human consequences. The fluid combat was refined to ensure instant responses and a palpable sense of impact, mirroring the urgency of social struggles. A dark color palette, combined with an industrial soundtrack, immerses the player in an oppressive atmosphere while igniting sparks of resistance.pt_BR
dc.description.sponsorshipCurso Técnico em Programação de Jogos Digitaispt_BR
dc.language.isopt_BRpt_BR
dc.publisher207pt_BR
dc.subjectJogos eletrônicospt_BR
dc.subjectLuta de classespt_BR
dc.subjectDesigualdades sociaispt_BR
dc.subjectCapitalismopt_BR
dc.subject.otherInformação e Comunicaçãopt_BR
dc.titleThe miserable walls: as paredes miserávespt_BR
dc.title.alternativeThe miserable walls: the wretched wallspt_BR
dc.typeMonografiapt_BR
dcterms.typeJogos Digitais, Softwares, Aplicativos e Eula (End Use License Agreement)pt_BR
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