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    <title>DSpace Community: Escola Técnica Estadual Professor Carmine Biagio Tundisi (Atibaia)</title>
    <link>https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/13311</link>
    <description>Escola Técnica Estadual Professor Carmine Biagio Tundisi (Atibaia)</description>
    <pubDate>Wed, 06 May 2026 10:06:15 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-05-06T10:06:15Z</dc:date>
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      <title>A contribuição da comunicação efetiva entre a equipe técnica de enfermagem para a humanização do cuidado com o paciente em ventilação mecânica invasiva na unidade de terapia intensiva</title>
      <link>https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/43659</link>
      <description>Title: A contribuição da comunicação efetiva entre a equipe técnica de enfermagem para a humanização do cuidado com o paciente em ventilação mecânica invasiva na unidade de terapia intensiva
Authors: HONORIO, Dharielly Cristine de Paula; ALVES, Jackson; BRITO, Raissa Maria dos Santos
Abstract: Este trabalho teve como objetivo compreender de que forma a comunicação efetiva entre técnicos de enfermagem contribui para a humanização do cuidado aos pacientes em ventilação mecânica invasiva na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A pesquisa surgiu da necessidade de fortalecer práticas comunicativas no ambiente intensivo, onde a complexidade técnica e o sofrimento humano exigem empatia, escuta ativa e cooperação entre os profissionais. Trata-se de um estudo exploratório, de abordagem qualitativa, realizado com 29 profissionais de enfermagem que atuam em UTIs de hospitais públicos e privados do município de Atibaia, São Paulo. A coleta de dados foi feita por meio de questionário semiestruturado via Google Forms, abordando dificuldades, barreiras e estratégias relacionadas à comunicação no ambiente de trabalho. Os resultados mostraram que, embora a maioria dos participantes reconheça possuir preparo e conhecimento sobre humanização, ainda há lacunas na aplicação de prática, principalmente pela falta de treinamentos contínuos e pela sobrecarga de trabalho. Observou-se que falhas na passagem de plantão, ausência de diálogo direto e falta de tempo são os principais fatores que dificultam uma comunicação eficaz. Por outro lado, práticas como a escuta ativa, o feedback entre colegas e o bom relacionamento interpessoal foram identificadas como estratégias eficazes para melhorar a comunicação e, consequentemente, o cuidado humanizado. Conclui-se que a comunicação é um pilar essencial da assistência em enfermagem, impactando diretamente na segurança, na qualidade e na humanização do cuidado. Fortalecer o diálogo, a capacitação contínua e o respeito mútuo entre os profissionais é fundamental para promover um ambiente de trabalho colaborativo e um cuidado centrado na dignidade do paciente.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Dec 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/43659</guid>
      <dc:date>2025-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Disseminação de infecções hospitalares por mau uso dos equipamentos de proteção individual pela equipe de enfermagem</title>
      <link>https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/43658</link>
      <description>Title: Disseminação de infecções hospitalares por mau uso dos equipamentos de proteção individual pela equipe de enfermagem
Authors: CALASTRO, Grace Lopes Gomes; REGO, Laryssa Lima; MARQUES, Patricia Santos de Azevedo
Abstract: O presente estudo teve como objetivo analisar a disseminação de infecções hospitalares decorrentes do uso inadequado dos Equipamentos de Proteção Individual pela equipe de enfermagem. Trata-se de uma pesquisa exploratória com abordagem qualitativa e quantitativa, realizada em instituições públicas e privadas do município de Atibaia. A coleta de dados ocorreu por meio de um questionário semiestruturado aplicado a profissionais de enfermagem, permitindo identificar o nível de conhecimento, adesão e dificuldades enfrentadas quanto ao uso dos equipamentos de proteção. Os resultados demonstraram que, embora a maioria dos participantes reconheça a importância dos EPI’s na prevenção de infecções, ainda há falhas significativas relacionadas à paramentação e desparamentação, além do uso inadequado de fômites, desconforto no uso prolongado dos equipamentos e resistência comportamental. Também foi observado que boa parte dos profissionais desconhece os protocolos institucionais e não participa de treinamentos periódicos sobre biossegurança. Constatou-se ainda que fatores como a sobrecarga de trabalho, a rotina acelerada e a falta de fiscalização contribuem para o uso incorreto ou negligência dos EPI’s. Esses aspectos comprometem a segurança do paciente e aumentam os riscos de disseminação de microrganismos dentro do ambiente hospitalar. Foi possível concluir que a falta de adesão às normas e o uso inadequado dos EPI’s representam fatores determinantes na disseminação de infecções hospitalares, reforçando a necessidade de ações educativas contínuas, capacitação profissional e incentivo à cultura de segurança em saúde.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Dec 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/43658</guid>
      <dc:date>2025-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>O impacto da automedicação nos profissionais de enfermagem</title>
      <link>https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/43657</link>
      <description>Title: O impacto da automedicação nos profissionais de enfermagem
Authors: SIQUEIRA, Ariane Aparecida Fernando; PEREIRA, Eduarda dos Santos; SANTOS, Karolina de Jesus
Abstract: Este estudo investigou a prática da automedicação entre profissionais de enfermagem, com o objetivo de compreender os fatores que os motivam e avaliar seus riscos e consequências. A automedicação, definida como o uso de medicamentos por conta própria ou pela indicação de pessoas não habilitadas, tem se mostrado frequente entre enfermeiros, técnicos e auxiliares, sendo influenciada pela sobrecarga de trabalho, estresse, múltiplos vínculos empregatícios e fácil acesso aos medicamentos. A pesquisa foi realizada com 65 profissionais de enfermagem do município de Atibaia, São Paulo, atuantes em unidades hospitalares, pronto atendimentos, unidades básicas de saúde e outros serviços, por meio de questionário semiestruturado aplicado via Google Forms. Os resultados mostraram que 93,8% dos participantes já se automedicaram, muitas vezes no próprio ambiente de trabalho, utilizando principalmente analgésicos, anti-inflamatórios e antitérmicos, além de antibióticos e psicotrópicos, apesar de conhecerem os riscos associados. Essa contradição evidencia que a prática da automedicação, apesar de comum, representa sérios riscos à saúde física e mental, podendo comprometer o desempenho profissional. Conclui-se que a automedicação entre profissionais de enfermagem é um problema relevante, exigindo ações educativas e políticas institucionais voltadas ao autocuidado, à conscientização sobre os riscos e à prevenção de danos à saúde do trabalhador.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Dec 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/43657</guid>
      <dc:date>2025-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Sobrecarga de trabalho e transtorno mentais: desafios enfrentados por profissionais de enfermagem</title>
      <link>https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/43656</link>
      <description>Title: Sobrecarga de trabalho e transtorno mentais: desafios enfrentados por profissionais de enfermagem
Authors: OLIVEIRA, Bruna Souza; CRUZ, Carla Daniela Bispo da; SOUZA, Joanita dos Santos; COSTA, Karin Bondezan da; SANTOS, Lucilena Aparecida de Almeida
Abstract: Este estudo investigou a relação entre a sobrecarga de trabalho e os transtornos mentais em profissionais de enfermagem atuantes em diversos setores hospitalares de uma cidade do interior de São Paulo. A pesquisa contou com 49 participantes entre enfermeiros, técnicos, auxiliares e estudantes de enfermagem, por meio de questionários semiestruturados. Os resultados evidenciaram que a maioria dos profissionais enfrenta jornadas extensas, múltiplos vínculos empregatícios e número insuficiente de colegas, fatores que favorecem o esgotamento físico e mental. Sintomas como ansiedade, depressão e síndrome de Burnout foram associados à sobrecarga laboral, com impacto direto na qualidade da assistência e na vida pessoal&#xD;
dos trabalhadores. Conclui-se que há necessidade de políticas institucionais de apoio psicológico, valorização profissional e dimensionamento adequado das equipes, a fim de reduzir o adoecimento e promover melhores condições de trabalho.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Dec 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://ric.cps.sp.gov.br/handle/123456789/43656</guid>
      <dc:date>2025-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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